Mostrar mensagens com a etiqueta queijo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta queijo. Mostrar todas as mensagens

25/06/14

Salada de melancia e feta com molho tailandês para um delicioso piquenique

Foto de Helena Almeida, Sabores de Canela
Adoro piqueniques... sempre gostei Desde 2010 que, com um grupo de amigas das lides culinárias, nos juntamos em Monsanto para piquenicar. Há comidas que já são obrigatórias na cestinha: as pataniscas da Isabel, os ovos de codorniz da Suzana, as azeitonas da Manuela, a empanada da Helena, as minhas saladas.

Este fim-de-semana, com o tempo muito pouco simpático, tivemos que alterar os planos, mas não quisemos quebrar a tradição: o piquenique foi em casa de uma amiga, mas sempre de porta aberta para o quintal.


Como sempre, houve boa comida, muitas gargalhadas, conversa e algumas novidades... Uma delas merece ser partilhada aqui, pois tem tudo que ver com o tema. A Isabel já tinha o novo livro dela na mão, que estará nas livrarias a partir de 2 de Julho. Agora imaginem lá qual é o nome... Delicioso Piquenique. Pois é! 

Cá para mim acho que ela se lembrou de nós muitas vezes quando estava a escrevê-lo! Além de receitas para piqueniques, o livro da Isabel tem também receitas para levar para o trabalho e para festas. São receitas práticas, simples de confeccionar, mas sempre com “aquele” toque especial para surpreender os amigos. 

Sei que ao folhearem o Delicioso Piquenique vão sentir toda a alegria que é partilhar refeições com os amigos... e talvez até consigam escutar algumas das nossas gargalhadas. 

Ingredientes:

1 molho de agriões
700 g de melancia
5 ou 6 rabanetes
150 g de queijo feta
Coentros frescos a gosto
Sementes de girassol a gosto

Molho tailandês:

1 ½ limão ou lima (sumo)
3 colheres de sopa de molho de peixe
3 colheres de sopa de açúcar mascavado escuro
1 malagueta picada, sem sementes, nem veio

Levar ao lume todos os ingredientes para fazer o molho. Reservar. Tostar as sementes de girassol numa frigideira antiaderente. Lavar e arranjar os agriões. Descascar a melancia e cortá-la aos cubos. Lavar os rabanetes e cortá-los finamente usando uma mandolina. Picar os coentros. Misturar a melancia com os agriões, os coentros e os rabanetes, finalizando com o queijo feta esfarelado grosseiramente e as sementes de girassol. Juntar o molho só na altura de servir.

Outras sugestões de molho: Caso não apreciem molho tailandês, podem usar um molho vinagrete com um pouco de mel. Também podem fazer um molho de soja com mel, sumo de limão e malagueta (neste caso, convêm levar o molho um pouco ao lume para dissolver bem o mel).

Dica para piquenique: Levar os ingredientes da salada previamente preparados em 2 caixas (uma só com a melancia, outra com os restantes ingredientes) para juntar no local do piquenique. Levar o molho num frasco de vidro e só misturar na hora de servir. 

Fonte de inspiração: receita de Jamie Oliver via Shutterbean

04/03/11

Pizza de pêra com Roquefort e nozes

Foto gentilmente cedida por Cinco Quartos de Laranja

Sempre gostei de queijos fortes. Lembro-me de que, com 4 ou 5 anos, atirava-me com unhas e dentes a um pedaço de queijo S. Jorge daqueles bem intensos com um picante acentuado. Nessa época não tinha acesso ao Roquefort, nem aos chamados queijos azuis (Cabrales, Gorgonzola, Stilton, Danish blue), mas assim que experimentei fiquei rendida. Gosto particularmente da conjugação do Roquefort com a pêra e as nozes, com o seu contraste salgado/doce. Por isso, quando fui convidada para um animado jantar de pizzas, veio-me logo à ideia este trio de ingredientes. Até porque me trazem à memória um jantar com a Laranjinha e a Marizé no restaurante lisboeta Buenos Aires, onde experimentámos uma magnífica salada de endívias, pêra e Roquefort.


A massa da pizza, nestes jantares temáticos, é sempre da responsabilidade do Ricardo, que a executa na perfeição.


Ingredientes:


3 peras Rocha maduras
100 g de queijo Roquefort (ou outro queijo azul)
2 ou 3 colheres de sopa de natas (ou de leite)
Nozes a gosto


Lavar muito bem as peras e retirar-lhes o pedúnculo. Não é preciso descascar a fruta. Cortar em fatias finas. No microondas, derreter metade do queijo (50 g) com um pouco de natas. Mexer até que fique uma pasta homogénea. Barrar a base da pizza com este molho, dispor as fatias de pêra, por cima, esfarelar o resto do queijo e finalizar com as nozes picadas grosseiramente. Levar ao forno e servir acompanhada com uma bela salada.

11/02/11

Soufflé de couve lombarda com queijo

suflé queijo e couve-lombarda 3


Um destes dias falei aqui de técnicas culinárias e receitas que tenho alguma dificuldade em dominar, embora algumas delas sejam relativamente fáceis para a maioria das pessoas, Com os soufflés acontece-me precisamente o contrário... Normalmente, saem-me bem! Não me perguntem porquê, mas a verdade é que nunca me aconteceu uma daquelas "desgraças" do soufflé abater subitamente assim que sai do quentinho do forno. Este até resistiu estoicamente ao frio da marquise onde costumo tirar as fotografias. E vocês costumam-se ajeitar com os soufflés?




Ingredientes:


100 g de queijo
(usei uma mistura de emental e parmesão)
500 g de leite
50 g de farinha
4 ovos
300 g de couve lombarda
Sal e pimenta a gosto


Bimby_thermomix:


Corte a couve lombarda em juliana (não é preciso ficar fina, pode ser grosseiramente). Ralar o queijo 5 seg/vel 9. Reservar. Cozinhar a couve lombarda na Varoma durante 15 minutos. Reservar. Coloque o leite no copo, a farinha, a manteiga e programe 6 minutos/90 graus/vel 4. Adicione o queijo ralado, metade da couve lombarda, tempere e triture 5 seg/velo 5. Incorpore a restante couve e envolva com a espátula. Bata as claras em castelo (não uso a Bimby porque pela experiência que tenho as claras não ficam com a mesma consistência do que se forem batidas na batedeira e também não aguentam muito tempo firmes). Se ainda assim, preferir bater as claras na Bimby, então retire a mistura com a couve lombarda e reserve, lave e seque bem o copo, coloque a borboleta e bata as claras com limão e sal durante 4 m/vel 3. Envolva as claras batidas na mistura de couve com bechamel. Coloque esta massa num ramequim untado com manteiga (pode fazer doses individuais, colocando em ramequins pequenos). Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus durante 30/35 minutos. Se usar ramequins pequenos terá que reduzir o tempo de forno para cerca de 20 minutos.


Tradicional


Corte a couve lombarda em juliana (não é preciso ficar fina, pode ser grosseiramente). Cozinhar a couve lombarda ao vapor (é melhor cozer ao vapor para a couve não absorver demasiada água). Reservar. Numa caçarola, faça o molho bechamel: derreta a manteiga, incorpore a farinha e, por fim, adicione o leite morno a pouco e pouco, mexendo sempre. Adicione o queijo ralado e a couve lombarda, tempere a gosto. Bata as claras em castelo e envolva-as no bechamel. Coloque esta massa num ramequim untado com manteiga (pode fazer doses individuais, colocando em ramequins pequenos). Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus durante 30/35 minutos. Se usar ramequins pequenos terá que reduzir o tempo de forno para cerca de 20 minutos.


Servir o soufflé acompanhado por salada.


Receita adaptada a partir do Soufflé de bróculos com milho do livro base da Bimby.

suflé queijo e couve-lombarda 2

05/01/11

Pasta de azeitonas e parmesão

pate_azeitonas_parmesao

Petiscos, patês, entradas, os “preliminares” da refeição são das comidas de que mais gosto (sem segundos sentidos, por favor). Sou capaz de fazer um jantar ou um almoço só com este tipo de comida. Por isso, no meu último jantar do ano, não podiam faltar.


As bolachinhas de parmesão, que publiquei aqui na segunda-feira, barradas com esta pasta ficam deliciosas.


Ingredientes (para 125 ml):


100 g de azeitonas sem caroço
1 dente de alho
2 colheres de chá de parmesão ralado
1 colher de chá de orégãos
2 colheres de sopa de azeite


O modo de fazer não podia ser mais fácil. Coloque todos os ingredientes num robô de cozinha e pique até ter a consistência desejada. Na Bimby, programei velocidade 5/12 segundos.

Receita adaptada do livro base da Bimby.

03/01/11

Bolachas de parmesão e tomilho limão


Antes de mais desejo um Bom Ano de 2011 aos leitores do Three Fat Ladies, fãs, bloggers, e a todos os meus amigos que por aqui passam. Este blogue tem andado bastante apagado... Tinha uma série de planos culinários que saíram “furados”, por causa de um forno da idade da pedra, que teima em estragar a comida... Além disso, o Natal não é de todo uma época do ano de que eu goste: o stress e a febre de consumo que contagia as pessoas nesta altura, deixa-me com vontade de fugir e só voltar no Ano Novo... E foi o que fiz, pelo menos aqui... ;-)

Deixo-vos hoje a receita de umas bolachas de parmesão, do Mark Bittman, que andava a namorar desde que a minha amiga Manuela as tinha publicado no Tertúlia dos Sabores. A receita original é feita com natas e orégãos, mas optei por substituir, respectivamente, por iogurte e tomilho limão. Podem ser feitas também com leite ou até com água, em vez de natas.

Ingredientes:

250 g de farinha
100 g de manteiga com sal
100 ml de iogurte natural
60 g de parmesão ralado
1 colher de chá de tomilho limão seco Ervas da Zoé

Tradicional:
Misturar a farinha, o tomilho limão, a manteiga cortada aos cubos e o parmesão até formar uma massa areada. Juntar o iogurte e fazer uma bola com a massa. Levar ao frio cerca de 30 minutos. Estender a massa com a espessura fina* e cortar com um cortador de bolachas (ou um corta pizza). Vai ao forno sobre papel vegetal (ou num tapete de silicone) entre 8 a 10 minutos.

Thermomix_bimby
Ralar o queijo uns segundos na velocidade 9. Juntar os restantes ingredientes e programar 15 segundos, velocidade 6. A massa deve ficar uma bola. Levar ao frio cerca de 30 minutos. Estender a massa com a espessura fina* e cortar com um cortador de bolachas (ou um corta pizza). Vai ao forno sobre papel vegetal (ou num tapete de silicone) entre 8 a 10 minutos.

*Se preferirem umas bolachas finíssimas, aconselho-vos a verem este engraçado vídeo do Mark Bittman.

08/11/10

Camarões no forno com molho de tomate e queijo feta



Esta é uma daquelas receitas que tenho na minha “to do list” desde que comecei o blogue. Vi-a pela primeira vez no recipezaar (agora allrecipes), mas o impulso para fazê-la surgiu quando a li no Simple Recipes. Aliás, foi a partir dessa que confeccionei este prato. Não é um prato muito fotogénico (e eu tenho muitas limitações como fotógrafa), mas é campeão em sabor, facilidade e rapidez de execução. Aconselho vivamente.



Ingredientes para 4 pessoas:


500 g de camarão
100 g de queijo feta


Para o molho de tomate


Azeite q.b.
1 cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
1 ½ lata de tomate pelado (tomate+sumo são cerca de 600 g)
1 colher de chá de orégãos
Piripíri ou molho picante a gosto
1 pitada de açúcar
Sal e pimenta a gosto
Salsa fresca


Descasque os camarões ainda semi-congelados (é mais fácil), deixando a cabeça e os rabos (para dar sabor).


Tradicional


Refogar a cebola e o alho no azeite. Juntar o tomate e o suco, o louro e temperar com sal, pimenta, o picante, uma pitada de açúcar e os orégãos. Deixar cozinhar cerca de 10 minutos, mexendo para que o tomate se desfaça um pouco. Verificar os temperos. Polvilhar com salsa picada.


Deitar o molho de tomate num recipiente de ir ao forno e, por cima, dispor os camarões. Finalizar com o queijo feta esfarelado. Vai ao forno entre 10 e 15 minutos (só o tempo de cozinhar o camarão e derreter um pouco o feta). Como o meu forno tem grill costumo deixar ligá-lo nos 2 ou 3 minutos finais. Servir acompanhado com arroz branco ou massa.


Thermomix_bimby


Picar a cebola e o alho, juntando o azeite, 5 s/velocidade 5. Refogar seleccionando 5 m/varoma/velocidade 2. Juntar o tomate e o suco, o louro e temperar com sal, pimenta, o picante, uma pitada de açúcar e os orégãos. Programar 10 m/varoma/velocidade 1/colher inversa. Não trituro o tomate, pois prefiro o molho com uma textura menos “lisa”. Juntar a salsa picada.


Deitar o molho de tomate num recipiente de ir ao forno e, por cima, dispor os camarões. Finalizar com o queijo feta esfarelado. Vai ao forno entre 10 e 15 minutos (só o tempo de cozinhar o camarão e derreter um pouco o feta). Como o meu forno tem grill costumo deixar ligá-lo nos 2 ou 3 minutos finais. Servir acompanhado com arroz branco ou massa.

13/09/10

Rolinhos de salmão fumado com queijo creme e wasabi


Ando completamente numa "onda" de entradas, mas achei que faziam falta neste blogue. A receita é de um dos meus chefs favoritos, o neozelandês Peter Gordon. Limitei-me a substituir o cebolinho pelo wasabi. Este é um dos casos em que o nome da receita dá a conhecer praticamente todos os ingredientes. ;-)


Ingredientes (10 a 12 rolinhos):

4 fatias de salmão fumado
2 folhas de algas
125 g de queijo creme (usei Philadelphia)
1 colher de chá de wasabi em pó ou em pasta
Limão

Misturar o queijo creme com o wasabi. Estender a folha de alga, borrifando com um pouco de sumo de limão para amolecer. Dispor as duas fatias de salmão, juntar mais uns pingos de sumo de limão, e barrar com o queijo creme. Enrolar. Repetir a operação com a outra folha de algas. Levar ao frigorífico uns 20 minutos. Cortar os rolinhos do tamanho desejado, preferencialmente com uma faca bem afiada (que se vai passando por água após cada corte). Servir simples ou acompanhados por tostas.


Se quiserem espreitar mais uma receita do chef Peter Gordon, cliquem aqui.

08/09/10

Três entradas estivais (rápidas e saborosas)


No passado fim-de-semana, rumei a Évora para visitar uns queridos amigos que, tal como eu, se perdem por petiscos, e por dois dedos de conversa. Foram horas bem passadas, muita comidinha boa – eles cozinham muito bem e têm sempre ideias novas para partilhar comigo – , caipirinhas, cerveja e vinho para animar a festa, e amena cavaqueira. No sábado, jantámos umas codornizes recheadas, que tenho que replicar muito brevemente, pois estavam divinais. No domingo, brindaram-me com as melhores sardinhas de que tenho memória.


Deixo-vos aqui algumas das entradas que me foram oferecidas (e que adorei!). Frescas, fáceis de confeccionar e saborosas, óptimas para um dia quente de Verão, ideais para “abrir as hostilidades” de uma bela sardinhada.


Melancia com feta

As quantidades são q.b. Cortar a melancia em cubos, juntar com queijo feta esfarelado, polvilhar com pimenta preta e enfeitar com hortelã.



Azeitonas com queijo de cabra

Numa tigela, juntar as azeitonas e o queijo de cabra alentejano cortado aos cubos. Regar com uma dose muito generosa de azeite (preferencialmente de Moura). Temperar com orégãos.



Figos com presunto e queijo

Lavar e cortar os figos ao meio. Num palito, prender uma metade de figo, colocar um pedaço de presunto e uma fina fatia de queijo curado alentejano (aquele meio picante). Numa travessa, dispor os figos e regar com um fiozinho de azeite.

06/09/10

Bolo de iogurte com sementes de papoila (cobertura mascarpone e limão)



Este bolinho da minha querida amiga Laranjinha é de êxito garantido. É fofo, saboroso, fácil de fazer e rende bastante (dá para cerca de 15 fatias). Além disso é versátil: comido simplesmente com um chá, fica perfeito, se lhe pusermos uma cobertura (como decidi fazer), é uma sobremesa perfeita para uma refeição festiva. Foi a minha contribuição para um fim-de-semana gastronómico em casa de amigos muito especiais.



Ingredientes:


1 iogurte natural (125 gramas = 100 ml)
6 ovos
3 copos de iogurte de açúcar
3 copos de iogurte de farinha
1 copo de iogurte mal cheio de óleo
2 colheres de chá de fermento em pó
Raspa de 1 limão
3 colheres de sopa de sementes de papoila


Cobertura:


300 g de queijos mascarpone
Raspa de 1 limão
Sumo de 1 limão
3 colheres de sopa de açúcar

Nota: uma embalagem normal de mascarpone (250 g) dá perfeitamente para cobrir a parte superior do bolo; neste caso, reduza o açúcar para 2 colheres de sopa. Usei 300 g, pois era uma embalagem promocional, e deu para cobrir o bolo e servir as fatias com uma colherzinha de creme a acompanhar.

Bater as gemas com 2 copos de açúcar. Adicionar o iogurte, o óleo e a raspa de limão. Bater as claras em castelo bem firme e juntar 1 copo de iogurte de açúcar. Adicionar as claras ao preparado anterior, alternadamente com a farinha e o fermento em pó. Por fim, juntar as sementes de papoila. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus, em forma untada manteiga e polvilhada com farinha – uso sempre spray desmoldante.

Para fazer a cobertura, basta misturar bem o mascarpone com sumo e a raspa do limão e o açúcar, até dissolver o açúcar. Conservar no frigorífico. Só cobrir o bolo depois de estar completamente frio.


20/08/10

Shakshuka (ovos escalfados em molho de tomate com especiarias)


Continuo completamente sintonizada na época do tomate, aproveitando a oferta da Laranjinha. Apetecia-me fazer uma tomatada à portuguesa, mas acho que a maioria dos leitores saberá fazer tão bem ou melhor do que eu, portanto, decidi dar a conhecer uma versão israelita de tomatada – shakshuka – que adaptei a partir da receita do blogue Smitten Kitchen. Quando andava à procura de receitas, acabei por descobrir que nos países de expressão inglesa (nomeadamente Grã-Bretanha e EUA) se dá um nome bem engraçado à tomatada: Eggs in Purgatory.



Ingredientes:


750 g de tomate fresco (pode usar tomate pelado de lata)
1 pimento verde pequeno
1 cebola
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de azeite
1 pitada de açúcar
1 colher de sopa de paprica
Cominhos a gosto
Molho picante (tabasco ou outro)
Sal q.b.
4 ovos
100 g queijo feta
Salsa picada para enfeitar


Lavar os tomates. Fazer um corte em cruz na extremidade de cada tomate. Escaldar os tomates em água a ferver. Passar por água fria. Retirar a pele dos tomates e o pé. Reservar. Numa frigideira grande, ou caçarola, estrugir a cebola picada e o pimento cortado em cubinhos pequenos. Juntar o alho laminado. Deixar dourar. Esmague o tomate com as mãos e vá juntando ao refogado. Deixar cozinhar cerca de 20 minutos, juntando os temperos e uma pitada de açúcar para cortar a acidez do tomate. Se achar o molho muito espesso, junte um pouco de água.

Escalfe os ovos neste molho. Quando estiverem a seu gosto (há quem goste da gema quase cozida... eu prefiro-a líquida), apague o lume e polvilhe a shakshuka com o queijo feta esfarelado e salsa picada (esta parte, esqueci-me...). Servir acompanhado com pão pita (se preferir, pode acompanhar com arroz, ou com o nosso maravilhoso pãozinho alentejano).

12/07/10

Orzotto (risoni/pevides) de curgetes e queijo S. Jorge


Foi no Ardeu a Padaria, sensivelmente há 2 anos, que descobri que  era possível cozinhar a massa pevide do mesmo modo que o risoto. Só experimentei recentemente mas fiquei fã e, nos últimos tempos, tenho feito muitas vezes... com cogumelos, com marisco, com legumes. Hoje, apresento-vos uma versão com curgetes, vindas directamente da horta da mãe da minha querida Laranjinha.



Ingredientes para 2:


½ cebola
Azeite
1 chávena de risoni (pevides)
Vinho branco q.b.
2 chávenas de caldo de legumes*
2 curgetes pequenas (ou 1 grande)
2 colheres de sopa de natas
Queijo S. Jorge ralado a gosto

* pode não ser necessário usar todo, até porque as curgetes costumam destilar.

O orzotto prepara-se exactamente como o risotto, demorando cerca de 15 minutos a cozer. Atenção que a massa deve ficar al dente. Arranjar e ralar as curgetes. Refogar ligeiramente a cebola em azeite. Juntar as pevides e, quando ficarem douradas, refrescar com o vinho. Deixar evaporar o vinho. Começar a adição do caldo de legumes – o caldo deve estar sempre quente, juntando-se a pouco e pouco, à medida que vai evaporando. A cerca de 10 minutos da cozedura, adicionar a curgete ralada. Verificar o sal, mas muita atenção: há que ter em conta que se vai ainda misturar o queijo! Quando a massa estiver al dente, desligar o lume, juntar as natas e o queijo. Deixar repousar uns 2 ou 3 minutos antes de servir.

05/05/10

Salada de favas com feta e especiarias


A blogosfera culinária portuguesa foi “atacada” por uma onda verde (eu sei que estou a ser facciosa... mas sou do Sporting desde de tenra idade ;-)). Deliciosas receitas de favas tomaram de assalto os ecrãs dos nossos computadores... E eu não quis ficar atrás, até porque, como aqui já disse, adoro estas leguminosas e há que aproveitar a época em que elas estão no seu auge!



Ingredientes para 2:


1 chávena de favas cozidas (eu usei sem casca, mas pode ser com)
¾ chávena de cuscuz (por cozer)
¾ chávena de água (para cozer o cuscuz)
10 azeitonas
75 g de queijo feta
Zest de ½ limão
(se não tiver um zester – aquele utensílio que corta a casca de limão em tiras finíssimas –, use raspa)
Cominhos em pó
Paprica
Vinagrete de mel (azeite+vinagre+mel)


Cozinhe o cuscuz de acordo com as instruções da embalagem (regra geral, a embalagem manda deitar o cuscuz em água a ferver e levar novamente ao lume, mas eu nunca o cozo ao lume, prefiro deixá-lo cozinhar por si no calor da água fervida, bastando tapá-lo e esperar uns 5 minutos). Juntar o cuscuz cozido, as favas cozidas, as azeitonas descaroçadas e cortadas ao meio e o zest (ou raspa) de limão. Temperar com cominhos, paprica e o vinagrete de mel. Misturar. Por cima, deitar o queijo feita desfeito grosseiramente.



Nota: o zest (ou raspa) do limão dão um sabor muito especial a esta salada, aconselho a que seja usado.

Outras receitas com favas, de blogues deliciosos:

14/04/10

4 por 6 - Almôndegas recheadas com requeijão

Não podia deixar de fazer um 4 por 6 com almôndegas, pois é um dos meus pratos favoritos... daqueles que me lembram sempre da comidinha da avô. Para variar das tradicionais, recheei estas com requeijão, relembrando um prato que há muitos anos (ui...) comia num pequeno e aconchegante restaurante do Bairro Alto, que actualmente não existe. Foi aí que saboreei a melhor lasanha de frango que alguma vez comi, foi também lá que encontrei inspiração para esta mousse de goiabada.






Ingredientes para cerca de 20 almôndegas:


225 de carne de porco picada
225 g de carne de vaca picada
50 g de parmesão ralado
100 g de requeijão
Pão (1 bolinha de mistura ou 2 carcaças)
Pão ralado
Leite suficiente para amolecer o pão
1 gema
Noz-moscada
Pimenta
Sal
Cebola
2 dentes de alho
1 lata de tomate
1 dl de vinho branco
Azeite


Misturar bem a carne com o parmesão ralado. Juntar o pão previamente amolecido em leite morno. Adicionar a gema para ligar bem e adquirir uma consistência facilmente moldável. Temperar com noz-moscada, sal e pimenta.


Fazer as almôndegas: pegar num pouco de carne e achatá-lo na palma da mão, no meio colocar um pedaço de requeijão; fechar a mão, e juntar com os dedos as extremidades da carne, para que o requeijão fique escondido e a almôndega bem fechada. Passar por pão ralado. Levar as almôndegas um pouco ao frigorífico para enrijecerem.


Refogar uma cebola picada e o alho esmagado. Passar as almôndegas por este refogado. Quando a carne perder o aspecto cru, está na hora de juntar o tomate (com o líquido e tudo), o vinho, um pouco de água e uma pitada de açúcar para cortar a acidez do tomate. Temperar a gosto, juntando uma erva aromática de que goste (salsa ou alecrim, por exemplo). Durante a cozedura (cerca de 30 minutos), deve mexer regularmente e certificar-se de que as almôndegas não pegam; se for caso disso, junte mais água. Não se preocupe se alguma almôndega abrir uma fenda e deixar sair um pouco de requeijão, pois até engrossa o molho e lhe dá um agradável sabor adocicado. Servir acompanhadas de esparguete.


Para sobremesa, o ideal é comer uma fruta que corte um pouco as gorduras da carne... que tal uma laranja?



Vamos às contas: os valores de referência são do Continente, exceptuando o parmesão e o azeite, que foram comprados no Lidl a uma excelente relação qualidade/preço.


Dica de poupança: não deite fora o pão duro, aproveite-o para usar numa açorda, ou numas almôndegas, ou então toste-o e faça rale-o.

05/04/10

Rolo de espinafres com queijo de ervas e salmão fumado


Adorei esta entrada que a Carlota fez no dia em que nos juntámos em casa dela para o jantar de pizzas. Já lhe tinha dito que quando tivesse convidados não vegetarianos para a refeição, faria esta delícia. E assim foi: servi este rolo como entrada do almoço de Páscoa.

Este rolo pode servir de base para outro tipo de recheios, por exemplo, fiambre ou presunto, com Camembert ou queijo de cabra (na versão para barrar).


Ingredientes:



350 g espinafres
(usei daquelas embalagens com folhas de espinafres já lavadas)
3 ovos
175 g queijo creme com ervas (tipo Philadelphia)
(a receita original leva 200 g, mas optei por usar só uma embalagem)
200 g de salmão fumado
Sal e pimenta
Sumo de limão


Cozer os espinafres no microondas sem qualquer água até murcharem. Bater-se as claras em castelo. Reservar. Misturar os espinafres cozidos (deixá-los esfriar um pouco) com as gemas, o sal e a pimenta e reduzir tudo a puré com a varinha mágica. Envolver o puré de espinafres com as claras em castelo. Espalhar a mistura num tabuleiro rectangular (usei quadrado de 30x30 cm) forrado com papel vegetal. Levar ao forno a 200º entre 5 a 10 minutos. Deixar arrefecer um pouco, desenformar sobre película aderente, retirando-se o papel vegetal. Espalhar por cima o queijo creme e dispor as fatias de salmão fumado, regando com umas gotas de sumo de limão. Enrolar com a ajuda da película aderente. Levar ao frio e, na altura de servir, cortar em fatias com cerca de 1 cm de grossura. Servir acompanhado por pão ou tostas.

Nota: a recomendação da Carlota para que se cozam os espinafres no microondas sem qualquer água é fundamental para obter um bom resultado.

19/11/09

4 por 6 na rota das especiarias – Mattar Panner e Marmelos cozidos com especiarias

Antes de mais, peço desculpa pelo atraso na publicação do 4 por 6. Devia tê-lo feito na semana passada, de acordo com o prometido, mas não consegui. Mas para me redimir sirvo-vos uma refeição quente e aconchegante, ideal para estes dias frios.

O prato principal que hoje vos sugiro foi-me ensinado por Rakesh Kumar e Neelam Rami e a sua simpática família (oriunda do Panjab), numa alegre e proveitosa aula de culinária indiana, no âmbito da iniciativa TODOS. Fiz apenas 2 alterações à receita original: não usei polpa de tomate, preferi usar tomate pelado, e omiti a pasta de caril, pois acho dispensável e como não é fácil de encontrar... Provavelmente o mais difícil de encontrar serão as sementes de cominhos, se não conseguirem usem cominhos em pó, mas só o juntem à receita ao mesmo tempo que as outras especiarias em pó.




Mattar paneer (ervilhas com queijo)


1 ½ colher sopa óleo
1 ½ colher chá sementes cominhos
1 cebola
2 ou 3 dentes de alho
1 colher de sopa de gengibre fresco ralado
1 malagueta
5 ou 6 tomates pelados
Sal (sinceramente, acho dispensável...)
2 colheres de chá de garam masala
½ colher de chá de curcuma
5 dl água
600 g de ervilhas
200 g de paneer


Para fazer o paneer, seguir esta receita, aumentando as quantidades de leite para 1,5 l e a de sumo de limão para 1 ½ colher de sopa.


Num tacho, aquecer o óleo e acrescentar as sementes de cominhos, tostando-as ligeiramente para aroma. Juntar a cebola e o alho picados, o gengibre e as malaguetas cortadas em rodelas. Deixar alourar. Acrescentar o tomate picado, o sal, o garam masala e a curcuma (açafrão-da-índia). Cozinhar um pouco e, por fim, acrescentar a água e as ervilhas. Depois de as ervilhas estarem cozidas, junta-se o panir cortado em cubinhos. Servir acompanhado com arroz basmati.




Marmelos cozidos com especiarias


600 g marmelos
Sumo de 1 limão
7 colheres de sopa de açúcar amarelo
1 estrela de anis
1 cravinho
1 pau de canela
4 sementes de cardamomo
1 ½ chávena água
1 dl vinho do Porto

Arranjar os marmelos e cortá-los em fatias grossas, regando com sumo de limão para que não escureçam. Cozê-los na panela de pressão juntamente com as especiarias, a água, o vinho do Porto e 5 colheres de sopa de açúcar. O tempo de cozedura dependerá do grau de maturação dos marmelos... e não se esqueçam de que os 5 minutos são contados a partir do momento em que a panela apita.

Coar o molho da cozedura dos marmelos e levar ao lume com mais 2 colheres de sopa de açúcar, deixar reduzir um pouco. Servir os marmelos com o molho.

Vamos às compras: as especiarias comprei-as no supermercado indiano do centro comercial Martim Moniz, onde são vendidas a preços acessíveis, mas também se encontram à venda no Continente. No Centro Comercial da Portela existe também um supermercado indiano.

Não contabilizei as especiarias, mas são usadas em quantidades que não encarecem substancialmente a receita. De qualquer forma, a margem que deixo é mais do que suficiente, ficámos a € 1,40 do plafond.



Dica de poupança: evitem comprar as especiarias menos comuns (refiro-me ao anis estrelado, sementes de cominhos e cardamomo) em lojas gourmets, pois os preços são um verdadeiro exagero (estão sobretudo a pagar a embalagem).

11/11/09

Paneer (panir)

O paneer é um queijo incontornável na gastronomia indiana, usado para confeccionar vários pratos, Mattar Paneer (ervilhas com queijo), Malai Kofta (uma espécie de almôndegas de vegetais e queijo), Paneer Saag (espinafres com queijo). Só na aula de cozinha indiana em que participei, durante a iniciativa TODOS, percebi o quão fácil é confeccionar este queijo. Contudo, porque sou efectivamente uma desastrada na cozinha - sim, é verdade -, a primeira experiência correu mal. Escorri demasiado o queijo... apertei-o, apertei-o... até que lhe retirei a humidade e ele ficou com uma textura grumosa (até aí tudo bem) e seca (azar). Resultado: quando se cortava esfarelava-se todo e não dava para usar no caril. Fica aqui o alerta para que não façam como eu! Aprendi com o erro e, da segunda vez, ficou com a consistência desejada. Conclusão: é de facto muito fácil e rápido de fazer.


Ingredientes para 100/130 g de paneer:

1 litro de leite gordo
1 colher de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de água


Levar o leite ao lume e, quando levantar fervura, juntar o sumo de limão misturado com a água. Mexer e deixar o leite talhar. O soro separa-se, fica amarelado e translúcido. Escorrer, colocando um pano de algodão por cima de um coador. Passar água fria para arrefecer o paneer e depois ser mais fácil formar uma trouxa com o tecido e apertar um pouco para ajudar a escorrer a água. Ficará com uma mistura esfarelada tipo requeijão, mas cremoso o suficiente para, quando prensado, resultar numa massa homogénea (fazer o teste formando uma bolinha com um pedaço de queijo). Apertar a trouxa com um nó e deixar repousar com uma panela pesada em cima cerca de 30 minutos. Cortar aos cubos e usar.

Este vídeo explica bem como se faz o paneer.
Vejam também aqui a versão da Agdá, um blogue excelente com muitas receitas indianas, que infelizmente está há uns meses em standby.
 
PS – Hoje deveria publicar o 4 por 6, mas estou atrasada. Considerem esta receita um prólogo, pois o prato principal que apresentarei amanhã no 4 por 6, será obviamente feito com paneer.
 
 

11/09/09

Cake de peras, roquefort e nozes


Decreto que este cake é a partir de agora o meu favorito. Eu sei que ter certezas às vezes não é muito elegante - lembro-me daquela “personagem” que dizia nunca ter dúvidas... e como quem não se engana também não me inspira confiança... adiante. Vou reformular. Tenho um palpite de que este é “o” bolo salgado, uma sensação que se deve à conjugação fenomenal do queijo roquefort com as peras e as nozes. A receita veio do magnífico Tachos de Ensaio e apenas duas alterações foram feitas: a redução na quantidade de queijo e de nozes, para que ficasse ligeiramente menos calórico. Ficou perfeito (acho que as minhas convidadas também gostaram).



Ingredientes:

180 g farinha
1 colher de sopa de fermento
3 ovos
1 dl de óleo
1 dl de leite
2 colheres de sopa de óleo de noz (caso não tenham, ponham do outro que usarem)
2 peras (cortadas aos cubos)
100 g de queijo gruyére ralado (se não encontrar, use emmental)
100 g de queijo roquefort
70 g de nozes picadas grosseiramente
Sal e pimenta q.b.


Peneirar a farinha e o fermento para um recipiente e reservar. Bater os ovos com o óleo e o leite e temperar com sal e pimenta (atenção: não se esqueça de que o roquefort é bastante salgado, tenha isso em consideração quando temperar). Incorporar esta mistura na de farinha. Juntar o gruyere ralado, depois o roquefort esfarelado, as peras e o miolo de noz. Misturar bem até a massa ficar homogénea. Verter para uma forma de bolo inglês previamente untada. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus durante 50 minutos. Servir frio, acompanhado por salada.

07/09/09

Requeijão assado com tomate seco e sálvia

 
n
Esta semana, a minha ideia é publicar o menu de um jantar de amigas – a que alguém chamou de ladies night, mas esqueceu-se de que havia um Dinis dentro de uma das barrigas (afinal o principal motivo para a antecipação da nossa tertúlia, caso contrário, o jantar teria de ser na maternidade). Foi um serão muitíssimo animado – com o humor corrosivo das minhas queridas amigas era impossível ser de outra forma – e a comida até não estava má ;-). Para ser perfeito só faltou mesmo a Teresa, que pela primeira vez não marcou presença neste meeting de ex-colegas de emprego.
s
Aqui fica uma das entradas, adaptada daqui.


Ingredientes:


250 g de requeijão*
4 tomates secos
1 ovo
Pimenta
1 mão cheia de sálvia
Azeite q.b.
v
Demolhar os tomates secos cerca de 1 hora para que percam o sal e amoleçam. Com a varinha mágica (mixer), misturar o requeijão com o tomate, o ovo e a pimenta. Juntar a sálvia picada. Colocar esta pasta em ramequins untados com azeite. Levar ao forno, pré-aquecido a 180 graus, durante 30 minutos. Deixar arrefecer cerca de 30 minutos antes de servir (se quiser pode desenformar).

Esta entrada é ideal para servir num dia em que se utilize o forno para fazer a refeição principal ou a sobremesa, pois aproveita-se um “cantinho” do forno para colocá-la, e sempre se poupa alguma energia.

*Para os leitores brasileiros: o requeijão em Portugal é um queijo similar ao ricotta, não é o mesmo que requeijão no Brasil.

P.S.: não sei o que se passa, mas não consigo formatar a mensagem de acordo com o tipo de letra e tamanho que habitualmente utilizo. Ultimamente tem sido uma guerra....

18/06/09

Risoto de abóbora assada, roquefort e sálvia


Há sabores dos quais não me canso, conjugações que continuamente me surpreendem e arrebatam. A tríade abóbora, queijo azul, sálvia é, como dizem os anglófonos, “a match made in heaven”. Desta feita, misturei-os num risoto que conseguiu destronar aquele que até hoje era o meu favorito: o de cogumelos porcini.


Ingredientes (3 pessoas):

1 chávena de arroz arbóreo
1 cebola
1,5 dl de vinho branco
450 g de abóbora
50 g de roquefort
Caldo de vegetais
(normalmente faço 7,5 dl, mas nem sempre o uso todo)
Sálvia a gosto (deitei umas 12 folhas)
Azeite ou manteiga q.b.
Sal, pimenta, noz-moscada q.b.


Cortar a abóbora em quadrados (deixar a casca). Temperar com sal, pimenta e noz-moscada. Assar no forno cerca de 35 minutos. Retirar do forno, esperar que arrefeça e retirar a casca à abóbora. Reservar. Este risoto também é uma excelente solução para aproveitar os restos desta receita de abóbora assada.

Fazer o arroz (o risoto leva cerca de 18 minutos a cozer). Refogar ligeiramente a cebola em azeite (ou manteiga). Juntar o arroz e, quando ficar translúcido, refrescar com o vinho. Deixar evaporar o vinho. Começar a adição do caldo de legumes - o caldo deve estar sempre quente, juntando-se ao arroz a pouco e pouco, à medida que vai evaporando. A meio da cozedura, adicionar metade da abóbora e uma parte da sálvia. Verificar o sal, mas muita atenção: há que ter em conta que se vai ainda misturar o queijo! Quando o arroz estiver al dente (leva cerca de 15 minutos), desligar o lume, juntar as natas, o queijo esfarelado, o resto da abóbora e da sálvia. Deixar repousar uns 2 ou 3 minutos antes de servir. O risoto deve ficar bem cremoso.