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29/09/13

Panquecas de farinha de coco e curguete para o Dia Mundial do Coração

panquecas farinha coco (composição)

Hoje, comemora-se o Dia Mundial do Coração e, aceitando o desafio da Bonsalt, aqui vos deixo uma receita adequada à ocasião. Relembrando que uma alimentação saudável é fundamental para ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, sugiro uma receita de panquecas para comer sem peso na consciência, mas consistente q.b. para um pequeno-almoço ou lanche bem saciante. 

Ingredientes (para 6/8 panquecas):

40 g de farinha de coco
1 curgete pequena (150 g)
4 ovos médios
Salsa picada
Uma pitada de Bonsalt*
Pimenta moída q.b.

Ralar a curgete e retirar a água - embrulhar a curgete ralada num tecido ou pano de algodão fino e espremer até retirar o máximo de água. Peneirar a farinha de coco, juntar os ovos, a curgete ralada e a salsa picada. Temperar com Bonsalt e pimenta. Levar ao lume uma pequena frigideira (12 cm de diâmetro) anti-aderente untada com azeite, quando estiver bem quente deitar cerca de 1 colher e meia da massa dos panquecas. Bastam 2 ou 3 minutos de cada lado para os panquecas estarem cozinhados, adquirindo aquela cor dourada tão característica. 

Estas panquecas salgadas são óptimas para comer com queijo fresco, requeijão ou carnes frias - optei por um queijo de cabra fresco. 

*O Bonsalt é um substituto do sal, sem sódio, aconselhado a pessoas que sofrem de hipertensão arterial ou desejam moderar a ingestão de sal. 

19/06/13

Pimentos recheados com atum e azeitonas

Pimentos recheados


Todos os sábados de manhã lá vou eu à Praça de Benfica comprar legumes, fruta e peixe. A minha ementa semanal depende muito do que encontro... É assim que deve ser: consumir o que cada estação tem para nos oferecer. É mais ecológico e económico e os alimentos são mais saborosos. Na semana passada, na banca do Sr. Antero, estavam uns pimentos pequenos e lindos a sorrir para mim e a pedir encarecidamente que eu os recheasse e metesse no forno... e assim foi.

Ingredientes (3 pessoas):

6 pimentos pequenos (600 g)
1 cebola
1 folha de louro
2 dentes de alho
2 latas de atum
50 g de azeitonas verdes ou pretas (pesadas sem caroço)
4 tomates frescos (sem pele) ou de lata
Azeite q.b.
Tomilho ou orégãos
Picante (facultativo)
Sal q.b.
Pimenta

Fazer uma abertura nos pimentos, lavá-los e retirar-lhes as sementes. Temperar o interior com sal e pimenta. Numa caçarola ou frigideira, refogar a cebola e os alhos picados e o louro. Juntar o tomate e as azeitonas picadas grosseiramente. Deixar cozinhar até que o tomate se desfaça. Juntar o atum escorrido. Verifique se necessita de sal, pimenta e, caso goste, deite um pouco de picante. Finalize, juntando com orégãos ou tomilho. Rechear os pimentos com esta mistura. Levar ao forno a 200 graus cerca de 30 minutos, num tabuleiro untado com azeite.


Quando os pimentos são grandes, para agilizar o processo de assar, ponho-os 5 minutos em água a ferver (depois de arranjados), recheio-os e levo-os ao forno. Neste caso, não havia necessidade, pois os pimentos eram pequenos e tenros. 

Outras receitas de pimentos recheados:




17/06/13

Sopa de beldroegas e de alho francês

 sopa de beldroegas e alho francês

A D. Teresa da Praça de Benfica disse-me que as beldroegas este ano vieram um pouco mais tarde... Era a primeira vez que tinha. Pareceu-me um bom argumento para trazer um molho bem aviado para casa. Bem aviado era também o molho de alhos franceses, com 6 daqueles pequenos e saborosos, tal como eu gosto (e que só encontro mesmo no mercado). 

Com estes dois ingredientes primaveris fiz uma sopa para aconchegar a alma, num fim de tarde de um domingo algo cinzento. 


Ingredientes (4 pessoas):

4 ovos
1,250 litros de água
200 g de alho francês
1 molho grande de beldroegas (depois de arranjadas ficou em 350/400 g.)
4 dentes de alho
Azeite
1 pouco de vinagre (facultativo)
pimenta moída e sal q.b. 
2 queijos de cabra frescos atabafados


Arranjar as beldroegas, descartando os talos mais grossos (há que use só as folhas, mas eu também ponho os talinhos mais tenros). Cortar o alho francês em rodelas grossas e lavar bem. Estufar o alho francês em azeite durante uns 5 minutos, juntar as beldroegas e os dentes de alho inteiros. Deitar a água. Temperar com sal. Deixar cozer 10 minutos. Adicionar uns pingos de vinagre (a gosto) e verificar os temperos. Escalfar os ovos na sopa (até a clara ficar branca). Servir cada prato de sopa com um ovo e meio queijo de cabra cortado aos cubos. Finalizar polvilhando com um pouco de pimenta moída no momento.

30/05/13

Salada de polvo à minha maneira

salada de polvo

Apesar do calor andar muito tímido, ando mesmo em modo “petisco”. No post anterior falei de tapas e hoje deixo-vos com um portuguesíssima salada de polvo. Toda a gente faz, não tem segredos, mas aqui fica a receita da saladinha à minha maneira.

Ingredientes (salada para 2):

Restos de polvo cozido (tinha 3 tentáculos)
Meio pimento vermelho
Meia cebola pequena
Azeite q.b.
Vinagre balsâmico q.b.
Salsa fresca


Picar a cebola; cortar o pimento em quadradinhos pequenos; cortar o polvo em rodelas. Misturar tudo. Temperar com sal - o sal picante Casa do Sal da Figueira da Foz é bastante grosso, pois é para usar em grelhados, quando o quero utilizar em saladas, calco as pedrinhas com o dorso da faca para torná-lo mais fino). Juntar azeite e vinagre balsâmico a gosto. Finalizar com salsa picada. Acompanhar com uma cervejinha estupidamente gelada. 


salada de polvo

21/03/13

Pá de porco no forno a baixa temperatura


Pá de porco no forno (slow cooking)

Os cozinhados feitos em baixa temperatura conferem uma suculência e uma tenrura à carne absolutamente deliciosas. Não são para fazer à última hora, pois exigem umas boas horas de forno, mas, regra geral, são receitas muito simples de executar.

No Inverno, sabem melhor do que nunca, sobretudo para servir num daqueles domingos em que se recebe a família para almoçar. A carne assa lentamente no forno, a pouco e pouco o calor invade a casa, o aroma espalha-se sorrateiramente... O ambiente é acolhedor, perfeito para saborear uma refeição especial, entre muitos dedos de conversa.

Ingredientes:

1,200/1,500 kg pá de porco com osso
1 colher de chá de açúcar mascavado
(facultativo - é só mesmo para cortar 1 pouco a acidez do tomate)
2 colheres de chá de cominhos
1 1/2 colheres de chá de pimentão doce (paprica)
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de garam masala
2 colher de sopa de azeite
3 cenouras descascadas e cortadas em pedaços grossos
2 cebolas médias descascadas e cortadas em quartos
4 dentes de alho
1 lata de tomate pelado (usar só os tomates)
1 chávena de vinho
1 chávenas de caldo (de legumes/carne ou aves) - pode ser necessário juntar mais

Fazer uma pasta com 1 colher de sopa de azeite, as especiarias, o sal e o açúcar. Barrar a peça de carne com esta pasta. Deixar marinar cerca de 30 minutos (se não deixar, também não faz mal).

Num tacho que possa ir ao forno (com tampa e tudo), selar a carne em 1 colher de sopa de azeite, virando-a até ganhar uma cor dourada de todos os lados. Atenção: se não tiver um tacho apropriado para ir ao forno, sele num tacho normal, e depois faça o assado num recipiente de ir ao forno que tenha tampa.

Juntar o tomate, as cebolas e as cenouras, deitar o caldo e o vinho. Levar ao forno a 150/160 graus durante pelo menos 3 horas. De hora a hora, verificar se está tudo a correr bem (se é preciso juntar mais caldo, em que ponto de cozedura está a carne). A carne está pronta quando se separar do osso.

Pá de porco no forno (slow cooking)

Sugestão de acompanhamento: pode juntar umas batatas ou nabos cortados em quartos na fase final de cozedura. Diria que as batatas terão que ser colocadas cerca de 1 h antes de a carne estar pronta, enquanto os nabos, será cerca de 20 a 30 minutos. Se preferir, sirva com puré de couve-flor e cenoura.

Dicas: embora a carne fique mais saborosa se for selada, pois assegura que os sucos ficam no interior da peça, também não é crime saltar esse passo para tornar a receita ainda mais simples e a sua preparação mais rápida. Fica ao critério de cada um. 

Esta receita é muito versátil, podem usar os legumes que preferirem, especiarias a vosso gosto e a bebida alcoólica que quiserem (cerveja preta ou branca, vinho tinto, vinho do Porto) ou até água.

Receita adaptada do blogue The Kitchn


28/01/13

Puré de couve-flor e cenoura


Puré de couve-flor e cenoura

Ultimamente tenho tido uma maior preocupação em relação aos acompanhamentos, principalmente para evitar o tradicional consumo de arroz/batata/massa, mas também para não me ficar pelo facilitismo dos legumes cozidos típicos das dietas. Atenção que eu até aprecio muito legumes cozidos (cozidos al dente e regados com um fio de bom azeite) – mas gosto particularmente de variar. Além disso, se o conduto for bom, ou um pouco diferente, basta grelhar ou fritar um bife, cozer ou grelhar um peixe, e o prato ganha uma nova dimensão. Não acham?

·         1 couve-flor (cerca 600 g)
·         2 cenouras descascadas (cerca 150 g)
·         1 colher sopa de pesto
·         Pimenta e noz-moscada
·         Leite de soja (sem açúcar!) ou leite de vaca 0,5 dl (copinho ½ medida copinho da bimby)

Bimby
Separar a couve-flor em floretes e cortar a cenoura em rodelas. Dispô-las nos 2 tabuleiros da Varoma. Cozer 20 minutos, Varoma. Triturar na velocidade 4 durante 20 segundos com os temperos e o leite de soja.

Tradicional

Separar a couve-flor em floretes e cortar a cenoura em rodelas. Cozer ao vapor até os legumes ficarem bem tenros. Passar pelo passe-vite ou triturar no robô de cozinha. Juntar o leite e temperar.  

Nota: Caso coza os legumes em água, tenha atenção, pois muito provavelmente não haverá necessidade de juntar o leite ao puré

26/12/12

Brigadeiros (ou bolinhos) de batata-doce

brigadeiros (bolinhos) de batata doce


Cá está um doce que tem cheiro de Natal, mas que nos deixa com a consciência (e não só) bem menos pesada do que as rabanadas, azevias, filhoses, bolo-rei e outras bombinhas de açúcar típicas desta época. Aproveito para desejar Boas Festas a tod@s e um ano de 2013 recheado de coisas boas.


Ingredientes: 

1/2 kg de batata-doce
1/2 chav. nozes
1/4 chav. tâmaras
1 colher de sopa de mel (facultativo)
coco ralado q. b.
raspa limão q. b. 
Podem juntar especiarias, caso queiram (cardamomo e/ou canela, por exemplo)

Cortar a batata-doce em rodelas grossas (não é preciso retirar a pele). Cozer a batata-doce ao vapor. Deixar arrefecer um pouco e retirar a pele. Pode descascar a batata-doce antes de a cozinhar, mas asseguro que dá menos trabalho e desperdiça-se menos, usando este método. Reduzir a batata-doce a puré (pode ser com um garfo), juntar as nozes e as tâmaras picadas. Misturar bem. Provar para decidir, de acordo com o seu gosto, se é quer juntar o mel. Moldar bolinhas e passar coco ralado previamente misturado com raspa de limão. 
Estes "brigadeiros" conservam-se bem 2 ou 3 dias no frigorífico. 

Rendimento: 20 brigadeiros

Fonte: aprendi esta receita com a Maria Leonor Braga, num workshop de cozinha ayurvédica no Museu do Oriente. 

21/06/12

Ratatouille


Ratatouille

Quando mais de 50% da nossa alimentação é feita à base de legumes e vegetais, não nos podemos ficar por legumes cozidos. Há que variar, encontrar outras soluções... estufar, guisar, assar, experimentar novas combinações, ir a outras gastronomias buscar inspiração para variar a nossa paleta de sabores.

O ratatouille é um guisado de legumes feito à maneira provençal muito saboroso e versátil: acompanha bem carne ou peixe e, com um ovo escalfado no seu molho, é uma óptima refeição vegetariana. Além disso, não perde qualidade ao ser reaquecido (ainda fica melhor de um dia para o outro), uma característica importante para quem leva todos os dias a marmita para o trabalho. 


Ingredientes:

1 cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
Beringela (250 a 300 g)
Curgete (250 a 300 g)
Meio pimento vermelho
4 tomates (pelados ou frescos)
2 dl vinho branco
Azeite
Tomilho
Sal e pimenta q.b.

Corte a curgete, a beringela e a cebola em rodelas finas e o pimento em tiras. Numa caçarola, aqueça o azeite e junte a cebola, o alho bem picado e o louro. Deixe a cebola murchar, sem fritar. Junte o tomate e o vinho branco. Deixe apurar um pouco. Adicione a curgete, a beringela e o pimento, dispondo-os por camadas alternadas, e temperando com sal e pimenta a gosto. Tape a caçarola e deixe cozinhar cerca de 15/20 minutos (depende da espessura dos legumes). Durante o tempo de cozedura, não mexa com colher, faça como na caldeirada e abane a caçarola para que os líquidos se distribuam. Se achar que o molho está demasiado líquido, tire a tampa para evaporar um pouco o líquido. Antes de servir, junte o tomilho fresco.

18/06/12

Marisco com leite de coco

Marisco com leite coco

Não me importo de passar umas boas horas na cozinha, mas, na verdade, sou apreciadora de receitas rápidas e fáceis. Aliás, a maioria de nós é assim, sobretudo depois de um dia de trabalho! Este prato é um desses casos de celeridade, embora se tenha que descascar os camarões (também não são muitos), não leva mais do que 20 minutos (ou até menos). De qualquer forma, torna-se ainda mais rápido, se utilizar camarões congelados já descascados ou uma mistura congelada de mariscos. Para o meu paladar essas opções são inviáveis. Por um lado, o camarão congelado descascado sinceramente nunca me soube a nada (já o outro camarão, deixando-lhe a cabeça, confere um agradável sabor a marisco à receita). Por outro, as misturas de marisco têm um ingrediente que só de pensar nele fico imediatamente arrepiada (pior do que passar as unhas em esferovite...): as assustadoras "delícias do mar" (pronto já estou arrepiada!).

Ingredientes:

300 g alho francês (parte branca, a verde reservem para aromatizar sopas ou caldos)
300 g de mexilhão congelado sem casca
400 g de camarão congelado com casca
1 1/2 colher de chá de pó de caril (usei de Madras
3 tomates (frescos sem pele ou pelados)
1 1/2 colher de sopa de óleo de coco (azeite ou óleo de amendoim)
1 lata de leite de coco
Sal grosso q.b.
Coentros a gosto

Descascar os camarões, retirando a tripa e deixando-lhes a cabeça (para fazer esta operação mais facilmente é melhor não deixar descongelar totalmente os camarões). Aquecer o óleo de coco, juntar o alho francês cortado às rodelas grossas. Deitar um pouco de sal. Deixar estufar um pouco. Juntar os tomates desfeitos, o leite de coco e o caril. Quando o alho-francês estiver quase cozinhado, juntar os mexilhões (não têm que estar perfeitamente descongelados) e os camarões. Quando levantar fervura, contar 3 minutos e já está! Adicionar coentros frescos picados na hora de servir. 


Nota: Receita adaptada da revista Saberes & Sabores (Julho, 2010). A receita original, feita com preparado de marisco, refere que as delícias do mar só devem ser adicionadas à receita na fase final, já com o restante marisco cozinhado. 

15/06/12

Estufado de couve roxa e maçã

Estufado de couve-roxa e maçã


Um acompanhamento perfeito para assados ou grelhados, com um sabor agridoce e uma cor fantástica! 
Tradicionalmente usado para servir com carne de porco, este estufado dá um toque especial a uma refeição simples, como acompanhamento, por exemplo, de umas costeletas grelhadas.

Ingredientes:

1 cebola pequena
500 g couve roxa
1 maçã ácida (tamanho médio)
sumo de 1/2 limão
1 dl de vinho doce (Favaios, Moscatel..)
Azeite q.b.
sal, pimenta e noz moscada

Cortar a couve-roxa em juliana fina (na bimby 3 segundos, velocidade 4). Passar por água, escorrendo bem. Descascar e cortar a maçã em cubos e regar com sumo de limão. Picar a cebola grosseiramente. Numa caçarola (ou wok), saltear a cebola até que fique translúcida. Juntar a couve-roxa e o vinho. Deixar cozinhar 2 ou 3 minutos. Adicionar a maçã. Temperar com sal, pimenta e noz moscada. Deixar cozinhar cerca de 10 minutos (depende do tamanho de corte da couve, naturalmente). Não deixe cozinhar demasiado para que a maçã não se desfaça e a couve se mantenha crocante. 

28/05/12

Borrego com espinafres (saag gosh)


Saag Gosh

Estar de dieta não é sinónimo de comer cozidos e grelhados, foi uma conclusão a que os especialistas chegaram e que muito me agrada. Os pratos com molho, desde que feitos sem excesso de gordura, e com gorduras saudáveis como o azeite ou o óleo de coco, são uma boa opção, com a vantagem de serem muito saborosos e saciantes, dando-nos aquele conforto e prazer que procuramos numa refeição... Sim, porque todos nós concordamos que comer é muito mais do que nos alimentarmos, não é verdade?

Esta minha versão do saag gosh é inspirada na que se serve num dos meus restaurantes indianos favoritos, o Caxemira, na baixa.

Ingredientes:

600 gr. de borrego (cortado em cubos)
300 gr. espinafres (já arranjados)
3 tomates pequenos
(frescos, previamente escaldados e sem pele, ou de lata)
1 cebola
2 dentes de alho
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de sementes de coentros
1 colher de sopa de garam masala
1 colher de chá de curcuma

1 colher de chá de cominhos em pó
2 anis-estrelado
4 vagens de cardamomo
2 malaguetas secas
Gengibre (cortei em 6 tiras finas, em vez de ralar, como é habitual, pois sente-se mais o seu sabor)
2 colheres de sopa de óleo de coco (pode usar também ghee ou uma mistura de manteiga com óleo, mas o óleo de coco é a opção mais saudável)
Sal q.b.


Numa caçarola, em lume brando, aquecer o óleo com as sementes de coentros e de mostarda, deixando que elas libertem o aroma. Juntar a cebola picada e os dentes de alho picados e deixá-los ganhar cor, sem queimar. Adicionar as especiarias em pó (garam masala, curcuma e cominhos). Deixar tomar sabor (2 minutos bastam). Juntar o borrego. Quando ganhar cor, adicionar os tomates, o sal, o cardamomo, o gengibre, o anis-estrelado e as malaguetas. Verificar se é necessário adicionar um pouco de água, mas atenção, este prato não fica a boiar em molho, nada disso... os espinafres são efectivamente o molho. Deixar cozinhar uns 25 minutos. Juntar os espinafres. Cozinhar mais 10 minutos.

Como tenho algumas restrições alimentares, preferi acompanhar com grão, mas se preferirem sirvam com arroz. 

15/05/12

Truta em tabuleiro de legumes



Truta com legumes


Uma forma saborosa e saudável de cozinhar peixe, sem exagero de temperos, apenas com os sucos do peixe, um pouco de vinho e todo o sabor do meu trio de vegetais/legumes favorito: pimento vermelho, cenoura e alho francês. Uma boa opção para quem está de dieta, que é o meu caso!

Ingredientes:

1 truta salmonada (ou outro peixe a gosto)
Meio pimento vermelho
1 ou 2 alhos franceses (parte mais clara – guarde as folhas verdes para aromatizar caldos)
2 cenouras médias
2 dl de vinho branco
Coentros
Azeite
Sal grosso
Papel de alumínio para tapar o tabuleiro

Tapar o fundo do tabuleiro com a cenoura ralada, o alho francês cortado às rodelas, o pimento cortado às tiras e os coentros picados. Por cima, dispor a truta, colocar alguns legumes na barriga. Verter o vinho, salpicar com sal grosso e deitar um fio de azeite. Tapar o tabuleiro com papel de alumínio. Cozinhar em ao forno pré-aquecido a 180 graus cerca de 20 minutos. 

16/03/11

Baba Ganoush

Baba Ganoush (pasta beringela fumada)

Não sou especialista em comida do Médio Oriente, nem indiana, nem tailandesa, nem mesmo tradicional portuguesa, mas gosto muito de saborear estas gastronomias, e é como apreciadora que me posiciono. Nesse sentido, muitas vezes me questiono se estarei a atraiçoar alguma tradição gastronómica, alterando aqui ou ali algum ingrediente, transformando ligeiramente uma receita. Esta conversa tive-a há pouco tempo com a Mariana a respeito do hummus (fazer com ou sem iogurte). E, no Verão passado, lembro-me de a ter com a Manuela, a propósito de comida indiana (usar ghee ou substituir por uma mistura de óleo e manteiga).

Não sou de purismos, pois acho que podemos adaptar ao nosso gosto receitas tradicionais, desde que não estraguemos o “espírito” da coisa... Mas para fazê-lo não será importante saber como é feito originalmente? Mudar com algum conhecimento na matéria? Afinal, para criar uma pintura abstracta é importante dominar as técnicas da pintura clássica, para “desconstruir” é preciso saber como é “construído”. Na verdade, até a criatividade – a priori território da absoluta liberdade – acaba por obedecer a algumas regras. E vocês? Acham que existe algum limite no que toca a recriação de receitas tradicionais? O caldo verde do Nigel Slater será “mesmo” caldo verde (discussão que ontem teve lugar no Facebook do Caos na Cozinha)? Este baba ganoush será mesmo legítimo?

Ingredientes:

Beringela (cerca de 200 g)

2 colheres de sopa de tahini
1 dente de alho
Sumo de 1/2 limão
Cominhos em pó
Piripiri
Sal
Salsa picada

Para enfeitar:
Azeite
Sumac ou pimentão-doce (facultativo - isto já é "traição")

O sabor fumado da beringela é mais acentuado se a fizer no churrasco ou se a grelhar no bico do fogão (como fazemos os pimentos assados). No caso de ter placa, terá de recorrer ao forno, preferencialmente usando a função grill.

Grelhar a beringela (cortei a minha em 4 pedaços) no bico do fogão, até que a polpa fique mole e a casca preta e encarquilhada. Deixar arrefecer e retirar a casca. Se a polpa tiver pedaços demasiado queimados, retire-os.


A pasta pode ser preparada no robô de cozinha ou com a varinha mágica, mas há quem defenda que isso é traição e que deverá ser tudo misturado manualmente (com um garfo, por exemplo). Deitei todos os ingredientes (com excepção do azeite e do sumac) na Bimby velocidade 5 até obter uma pasta. Verifique os temperos e o sumo de limão. Coloque no recipiente de servir e, por cima, regue com um pouco de azeite e polvilhe com sumac ou pimentão.

10/01/11

Kebabs de carne e nozes com moutabel de batata-doce (puré com tahini)

Kebabs de carne com nozes


Há livros de receitas com capas tão bonitas, mas tão bonitas, que deixam adivinhar um mundo de receitas aromáticas, aconchegantes, de fazer crescer água na boca, que nos impelem imediatamente para a cozinha. Purple Citrus &Sweet Perfume é um dos casos em que essas promessas são cumpridas, a cada página. Como já disse no facebook do Three Fat Ladies, neste livro de receitas turcas, sírias, libanesas e jordanas, Silvena Rowe apresenta-nos uma visão contemporânea da cozinha do Médio Oriente, abrindo novas dimensões de sabor a receitas tradicionais, como falafel, moutabel, baklava.

A receita que aqui vos apresento é diferente da original – assim não têm argumentos para não comprarem o livro ;-) – , sem no entanto perder a sua essência.


Ingredientes

Para os kebabs:

500 g de carne picada (vaca ou borrego)
100 g de nozes
½ pimento vermelho médio
½ colher de chá de gomásio (sal com sementes de sésamo)
Pimenta
Coentros a gosto (se optar por carne de borrego, use hortelã ou menta)


Para o moutabel (puré):
750 g de batata-doce cozida a vapor ou assada
(na receita original usa-se batata normal)
Sementes de linhaça ou de sésamo para enfeitar
4 colheres de sopa tahini
4 ou 5 colheres de sopa de iogurte natural
1 ½ colher de sopa de azeite
1 colher de chá de cominhos
Sumo de meio limão


No robô de cozinha, pressionando o botão turbo 2 ou 3 vezes, picar as nozes e o pimento grosseiramente. Juntar os coentros, a carne picada e os temperos. Misturar até ficar homogéneo. Formar os kebabs, moldando-os em redor do espeto (se usar um espeto de madeira, deve molhá-lo para não queimar). Cada espeto levou 2 kebabs. Se usar um grelhador de bico de fogão ou uma frigideira, não é obrigatório que use os espetos de madeira, basta moldar os kebabs com o formato e tamanho que desejar, míni hambúrgueres, por exemplo. Vai 20 minutos ao frigorífico. Grelhar.

Numa tigela, misturar o tahini, o sumo de limão, o iogurte, o azeite e uma pitada de sal até ficar uma pasta homogénea. Esmagar as batatas com cerca de ¾ desta pasta (se for preciso use mais iogurte). Temperar o puré com os cominhos e polvilhar com as sementes. Servir os kebabs, acompanhados pelo puré e pela restante pasta de tahini e iogurte.


moutabe de batata (puré com tahini)


Baseado na receita “Al Halabi Style Kebabs with walnuts and pinenuts served with potato moutabel”, Purple Citrus & Sweet Perfume, Silvena Rowe.

Para mais informações sobre a chef Silvena Rowe, aconselho a leitura deste artigo do NY Times.

15/12/10

Borrego guisado com laranja e castanhas

borrego guisado com laranja e castanhas

O Inverno é por excelência tempo de assados e guisados. Pratos quentes, aromáticos, que nos dão conforto para resistir ao frio. Sabe bem comê-los com muita calma, acompanhados de um bom vinho tinto e de muito conversa, num daqueles longos almoços de fim-de-semana. E foi mesmo isso que decidi fazer num domingo chuvoso...


Ingredientes:



1 kg de borrego
1 cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
2 dl de Vinho branco
Alecrim
Casca de 1 laranja
1 pau de canela
5 ou 6 grãos de pimenta da Jamaica
Sal q.b.
Água q.b.

Salsa fresca picada
400 castanhas (cozidas ou congeladas)


Limpar bem o borrego e cortá-lo em pedaços. Numa caçarola de fundo grosso, ou num tacho de barro, refogar a cebola e o alho no azeite, até a cebola ficar translúcida. Juntar o borrego e deixar que perca o aspecto cru. Adicionar os temperos, o alecrim, a casca de laranja e o vinho. Deixar cozinhar em lume brando 1:30h a 2h. Mexer de vez em quando e verificar se é preciso juntar água para que o guisado fique com molho. Se usar castanhas cozidas junte-as ao guisado uns momentos antes de apagar o lume, só para que aqueçam. Caso use castanhas cruas, junte-as cerca de 10 minutos antes de finalizar o borrego. Polvilhe o borrego com salsa picada. 

Para dietas com baixo índice glicémico, acompanhar com vegetais. Caso contrário, servir com cuscuz, que poderá aromatizar com raspas de laranja, por exemplo.

26/10/10

No reino da infância: moelas estufadas


Este gosto por comer estava certamente inscrito no meu código genético, caso contrário como é que é possível que, com 3 anos, ficasse com aftas por comer queijo S. Jorge ou que, aos 4, propusesse aos meus pais: “Vamos pesticar?”. Traduzindo para linguagem de adulto: “Vamos petiscar?”. E o que estaria eu, do alto dos meus 4 anos, a sugerir? Que os meus pais partilhassem comigo uma malga de papa Cerelac ? Não! Eu já não era um bebé! Comer gomas? Frio. Isso é demasiado “moderno”... uma fatia de marmelada feita pela avó bastava para nos arrancar o maior dos sorrisos. Uma happy meal no “palhacinho”? Gelado! No meu tempo, o que comíamos eram hambúrgueres caseirinhos, daqueles mesmo só com carninha de vaca, passados por manteiga verdadeira.

O que eu queria é que me levassem à tasca – sim, à tasca. E para quê? Para comer moelas! Ai como eu adorava sentar-me naqueles bancos... Não chegava com os pés ao chão, e ficava com a cabeça ao nível do tampo da mesa, mas ali, na tasca, à mesa com os crescidos, sentia-me bem importante. Molhava o pão no molhinho, lambuzava os dedos, pingava a camisola, limpava a boca com as costas da mão, bebia um golo de Trinaranjus... E, assim, saboreava dos momentos mais felizes da minha infância.



Com esta pequena estória respondo ao desafio da Sofia que comanda um blogue muito especial – bem escrito, bem-humorado, com óptimas receitas – e que acompanho regularmente. Ha'baday tu iu (feliz aniversário) No Reino da Prússia!

Ingredientes:


750 g de moelas
2 colheres de sopa de azeite
1 folha de louro
1 cebola
1 dente de alho
1 dl de vinho branco
1 dl de vinho do Porto
1 lata de tomate pelado (só os tomates)
Sal
Massa de malagueta (molho picante ou piripiri)
1 pitada de cominhos


Nota: que me perdoem os mais puristas, mas costumo usar a panela de pressão para agilizar o processo. Só há que ter cuidado para não deitar demasiado líquido, caso contrário, as moelas não ficam apuradinhas e com o molhinho espesso.



Limpar muito bem as moelas e cortá-las a meio (se forem grandotas). Refogar a cebola e o alho no azeite. Juntar o louro e as moelas e deixá-las ganhar cor. Adicionar os temperos, os vinhos e os tomates. Depois é fechar a panela de pressão, deixar apitar e, a partir do apito, contar 20 minutos. Antes de abrir a panela, não se esqueçam de que o vapor deve ser totalmente libertado. Servir as moelinhas polvilhadas com salsa picada e acompanhadas com pão. É permitido lambuzar os dedos!

10/09/10

Ceviche de carapau com manga


Esta foi mais uma das entradas que os meus amigos M e AP confeccionaram no fim-de-semana passado. Uma maravilha... O que não é de admirar, pois além da toda sabedoria culinária que têm, são verdadeiros especialistas em acepipes com peixe cru (como sushi), usando sempre produtos de exímia qualidade e frescura, comprados no mercado de Évora ou no de Setúbal.

Ingredientes:


500 g carapaus
1 manga (ou abacate)
Sumo de 1/2 limão
Sumo de 2 Laranjas
Sumo de 1 ou 2 limas
Hortelã, coentros e salsa frescos e picados
Sal (facultativo, sinceramente acho que não é necessário)
Se gostar de picante, junte umas gotas de Tabasco ou uma malagueta picada.


Arranjar os carapaus, retirando pele, cabeça e espinhas e cortando a carne em pedaços. Cortar a manga em cubos. Juntar tudo num recipiente de vidro, cobrindo com o sumo dos citrinos. Finalizar com as ervas picadas. Deixar marinar durante 30 minutos a 1 hora no frigorífico.

04/11/09

Carne estufada com nabos


Há sabores que só em adultos conseguimos apreciar devidamente. A meu ver, talvez devido ao seu ligeiro amargor, o nabo é um deles. Nunca fui criança de torcer o nariz a comida, mas tinha dois ódios gastronómicos de estimação: a beterraba e o nabo. Actualmente, ainda que a beterraba não me tenha conquistado totalmente – como apenas de quando em vez – tornei-me uma fã incondicional do nabo e gosto dele quer cru, quer cozinhado. Por isso, assim que vi esta receita da doce Laranjinha percebi imediatamente que ia adorar.


Ingredientes:

800 g de carne de vitela cortada em cubos
Chouriço a gosto (4 fatias de bacon na receita original)
Vinho branco
Sal
Pimenta
Massa de malagueta
(como gosto de um pouquinho de picante, lá teve de ser, mas é opcional)
1 cebola picada
3 dentes de alho picados
2 folhas de louro
Azeite
4 cabeças de nabo
Segurelha (salsa na receita original)

Num tacho, refogar a cebola, os alhos, o azeite e o louro. Adicionar o chouriço, sem pele e cortado aos pedacinhos, e deixar cozinhar um pouco. Juntar a carne. Temperar com sal, pimenta e massa de malagueta. Acrescentar o vinho branco e a segurelha. Tapar o tacho e deixar cozinhar. Caso seja necessário, juntar um pouco de água ou mais vinho branco. Quando a carne estiver pronta, misturar os nabos cortados aos cubos e deixá-los cozer.

21/09/09

Lombinhos de porco com figos e vinho do Porto



Este ano voltaram a passar pela minha cozinha “carradas” de figos deliciosos, rechonchudos e doces, 100% biológicos, de uma árvore de ninguém, colhidos por quem bem conhece a minha paixão por este fruto… Da maioria desses figos fiz compota, de outra parte, salada, alguns comi-os como sobremesa, assim simples… Ontem, à laia de despedida, confeccionei este prato, no qual o tomilho-limão joga um papel fundamental, ao conferir um sabor acidulado à carne, que contrasta na perfeição com a doçura do molho de figos.


Ingredientes (4 pessoas):



500 g de lombinhos de porco
Vinho branco
Massa de pimentão
3 dentes de alho
Tomilho-limão (usei seco)
1 folha de louro
Sal q.b.



Molho figos:

2 dl de vinho do Porto
½ cebola picada
10 a 12 figos (os meus eram pequenos)
Molho de assar a carne, coado




Barrar os lombinhos com massa de pimentão e o alho picado. Deixar marinar pelo menos 2 horas em vinho branco, temperado com tomilho-limão e louro. Ligar o forno a 240 graus. Secar os lombinhos em papel absorvente. Numa frigideira, dourá-los em azeite. Numa assadeira, colocar os lombinhos e o líquido da marinada. Assar entre 40 a 45 minutos (manter durante uns 20 minutos o forno a 220 graus, descendo depois para os 160 graus – indicações para forno a gás). Ir vigiando a carne, regando com o molho e acrescentar água caso seja necessário.

Refogar a cebola num pouco de azeite, juntar o molho de assar a carne, previamente coado. Deixar cozinhar a cebola uns 3 minutos. Acrescentar o vinho do Porto e os figos cortados aos quartos. Deixar reduzir o molho. Servir os lombinhos às fatias com o molho de figos. Para acompanhamento, sugiro arroz branco ou batata assada e uma salada de rúcula.


Intervalo para publicidade: usei tomilho-limão seco, de agricultura biológica, produzido pelos meus queridos amigos, Rosário e Henrique. Fiquem de olho na etiqueta Ervas da Zoé, pois as ervas aromáticas e os chás desta marca são maravilhosos e de exímia qualidade, produzidos e misturados com imenso carinho e muitíssima sabedoria.

06/10/08

Frango estufado com tamarindo e tâmaras

Esta receita conquistou-me pela mistura de ingredientes, que embora frequentemente utilize, até à data nunca tinha ousado conjugar (tamarindo, molho de soja, vinho tinto e vinagre balsâmico). Não por medo de experimentar sabores diferentes, mas por alguma insegurança de cozinheira amadora. Felizmente, existem profissionais em quem podemos confiar, no caso, a equipa do Books for Cooks, que selecionou esta receita do livro A World in My Kitchen de Peter Gordon. O resultado é maravilhoso: um molho espesso, escuro e agridoce que conquistará até os comensais de paladar menos aventureiro.

Da próxima vez, seguramente, experimentarei com borrego, seguindo a receita original. Desta vez, decidi-me pelo frango, pois era o que tinha disponível. Fiz ainda uma ou outra alteração, mas nada que me afastasse do “espírito” da receita.

Ingredientes:


3 colheres de sopa de óleo de sésamo
750 g de coxas de frango
2 cebolas cortadas em finas meias-luas
4 dentes de alho picados
2 dl de vinho tinto de boa qualidade
2 cenouras raladas
1 colher de sopa de pasta de tamarindo
1 colher de chá de alecrim fresco
(ou ½ colher de chá de alecrim seco)
Piripiri a gosto
3 colheres de sopa de vinagre balsâmico
3 colheres de sopa de molho de soja
2,5 dl de caldo de legumes (caseiro ou biológico)
175 g de tâmaras secas cortadas grosseiramente
Salsa picada a gosto (não usei)

Limpar o frango de peles e gorduras. Numa caçarola, deitar 1 ½ colher de sopa de óleo e corar o frango. Retirá-lo e reservar. Na mesma caçarola, juntar o restante óleo (1 ½ colher sopa), a cebola e o alho, deixando cozinhar cerca de 3 minutos. Verter o vinho e deixar ferver. Juntar a cenoura, a pasta de tamarindo, o alecrim, o piripiri, o vinagre e o molho de soja, o caldo e o frango. A meio da cozedura, juntar as tâmaras. Deixar cozinhar até o frango ficar tenro e o molho bem espesso. Polvilhar com salsa picada.

Para uma dieta baixa em índice glicémico, acompanhar com vegetais ou "arroz" de couve-flor. Caso contrário, acompanhar com cuscuz (sêmola de trigo) aromatizado com coentros frescos picados. 
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Nota: quem não tiver hipótese de arranjar pasta de tamarindo, habitualmente à venda em lojas de produtos asiáticos, pode substituir o tamarindo por sumo de limão.