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07/07/14

Caril de Goa

Caril de Goa

Quando vi esta receita no blogue Conversas à Mesa da minha amiga Fátima, percebi imediatamente que era de comer e chorar por mais. Um caril aromático, denso, com um molho espesso... tal e qual como gosto. Também me chamou a atenção pelo facto de ser feito com carne de vaca, ingrediente que nunca tinha experimentado num caril.
Esta receita de família da Fátima – passada pelo primo dela – merece ser partilhada, pois só vos digo que é tão boa que já a fiz umas cinco ou seis vezes no espaço de 2 meses. 

Ingredientes:

1 kg de carne de vaca (para guisar), cortada em cubinhos
2 cebolas médias
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de azeite (ou óleo de coco)
1 pedaço de tamarindo (fruto ou pasta) – pode substituir por 2 colheres de sopa de sumo de limão e 1 colher de chá de açúcar
1 lata ou frasco de leite de coco (400 ml)
2 colheres de sopa de coco ralado
Coentros frescos picados (opcional)

Especiarias:

1 folha de louro
1 pedaço de gengibre fresco
2 cravinhos
2 colheres de chá de cominhos
1 colher de sopa de colorau
½ colher de chá de açafrão da Índia (curcuma)
1 malagueta fresca ou 2 secas (ou piri-piri a gosto)
1 colher de sopa de pó de madrasta (madras) ou pó de caril

Em azeite (ou óleo de coco), refogar a cebola, o alho picado, o gengibre ralado e o louro, sem deixar queimar. Juntar a carne e saltear. Temperar com o sal, colorau, cravinho, açafrão, cominhos e o pó de madrasta. Deixar saltear mais um pouco. Juntar o tamarindo (ou o sumo de limão + açúcar) e o coco ralado. Adicionar o leite de coco.

Deixar a apurar em lume brando durante cerca de 1 hora (ou mais) até que a carne esteja bem tenra. Ir verificando, pois durante a cozedura vai certamente precisar de juntar um pouco de caldo de carne/legumes ou água quente. Na hora de servir, juntar coentros picados.

Servir com arroz branco, cozido em muita água com pouco sal. Regar o arroz com um pouco de sumo de limão, quando sair do lume. Escorrer o arroz, passando-o por água corrente fria.

Como diz a Fátima, “ um bom acompanhamento para o caril são os chutneys, a fruta e uma cebola cortada em fatias fininhas, temperada com sal grosso e regada com sumo de 1 limão.”

Receitas de chutney:




21/03/13

Pá de porco no forno a baixa temperatura


Pá de porco no forno (slow cooking)

Os cozinhados feitos em baixa temperatura conferem uma suculência e uma tenrura à carne absolutamente deliciosas. Não são para fazer à última hora, pois exigem umas boas horas de forno, mas, regra geral, são receitas muito simples de executar.

No Inverno, sabem melhor do que nunca, sobretudo para servir num daqueles domingos em que se recebe a família para almoçar. A carne assa lentamente no forno, a pouco e pouco o calor invade a casa, o aroma espalha-se sorrateiramente... O ambiente é acolhedor, perfeito para saborear uma refeição especial, entre muitos dedos de conversa.

Ingredientes:

1,200/1,500 kg pá de porco com osso
1 colher de chá de açúcar mascavado
(facultativo - é só mesmo para cortar 1 pouco a acidez do tomate)
2 colheres de chá de cominhos
1 1/2 colheres de chá de pimentão doce (paprica)
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de garam masala
2 colher de sopa de azeite
3 cenouras descascadas e cortadas em pedaços grossos
2 cebolas médias descascadas e cortadas em quartos
4 dentes de alho
1 lata de tomate pelado (usar só os tomates)
1 chávena de vinho
1 chávenas de caldo (de legumes/carne ou aves) - pode ser necessário juntar mais

Fazer uma pasta com 1 colher de sopa de azeite, as especiarias, o sal e o açúcar. Barrar a peça de carne com esta pasta. Deixar marinar cerca de 30 minutos (se não deixar, também não faz mal).

Num tacho que possa ir ao forno (com tampa e tudo), selar a carne em 1 colher de sopa de azeite, virando-a até ganhar uma cor dourada de todos os lados. Atenção: se não tiver um tacho apropriado para ir ao forno, sele num tacho normal, e depois faça o assado num recipiente de ir ao forno que tenha tampa.

Juntar o tomate, as cebolas e as cenouras, deitar o caldo e o vinho. Levar ao forno a 150/160 graus durante pelo menos 3 horas. De hora a hora, verificar se está tudo a correr bem (se é preciso juntar mais caldo, em que ponto de cozedura está a carne). A carne está pronta quando se separar do osso.

Pá de porco no forno (slow cooking)

Sugestão de acompanhamento: pode juntar umas batatas ou nabos cortados em quartos na fase final de cozedura. Diria que as batatas terão que ser colocadas cerca de 1 h antes de a carne estar pronta, enquanto os nabos, será cerca de 20 a 30 minutos. Se preferir, sirva com puré de couve-flor e cenoura.

Dicas: embora a carne fique mais saborosa se for selada, pois assegura que os sucos ficam no interior da peça, também não é crime saltar esse passo para tornar a receita ainda mais simples e a sua preparação mais rápida. Fica ao critério de cada um. 

Esta receita é muito versátil, podem usar os legumes que preferirem, especiarias a vosso gosto e a bebida alcoólica que quiserem (cerveja preta ou branca, vinho tinto, vinho do Porto) ou até água.

Receita adaptada do blogue The Kitchn


18/06/12

Marisco com leite de coco

Marisco com leite coco

Não me importo de passar umas boas horas na cozinha, mas, na verdade, sou apreciadora de receitas rápidas e fáceis. Aliás, a maioria de nós é assim, sobretudo depois de um dia de trabalho! Este prato é um desses casos de celeridade, embora se tenha que descascar os camarões (também não são muitos), não leva mais do que 20 minutos (ou até menos). De qualquer forma, torna-se ainda mais rápido, se utilizar camarões congelados já descascados ou uma mistura congelada de mariscos. Para o meu paladar essas opções são inviáveis. Por um lado, o camarão congelado descascado sinceramente nunca me soube a nada (já o outro camarão, deixando-lhe a cabeça, confere um agradável sabor a marisco à receita). Por outro, as misturas de marisco têm um ingrediente que só de pensar nele fico imediatamente arrepiada (pior do que passar as unhas em esferovite...): as assustadoras "delícias do mar" (pronto já estou arrepiada!).

Ingredientes:

300 g alho francês (parte branca, a verde reservem para aromatizar sopas ou caldos)
300 g de mexilhão congelado sem casca
400 g de camarão congelado com casca
1 1/2 colher de chá de pó de caril (usei de Madras
3 tomates (frescos sem pele ou pelados)
1 1/2 colher de sopa de óleo de coco (azeite ou óleo de amendoim)
1 lata de leite de coco
Sal grosso q.b.
Coentros a gosto

Descascar os camarões, retirando a tripa e deixando-lhes a cabeça (para fazer esta operação mais facilmente é melhor não deixar descongelar totalmente os camarões). Aquecer o óleo de coco, juntar o alho francês cortado às rodelas grossas. Deitar um pouco de sal. Deixar estufar um pouco. Juntar os tomates desfeitos, o leite de coco e o caril. Quando o alho-francês estiver quase cozinhado, juntar os mexilhões (não têm que estar perfeitamente descongelados) e os camarões. Quando levantar fervura, contar 3 minutos e já está! Adicionar coentros frescos picados na hora de servir. 


Nota: Receita adaptada da revista Saberes & Sabores (Julho, 2010). A receita original, feita com preparado de marisco, refere que as delícias do mar só devem ser adicionadas à receita na fase final, já com o restante marisco cozinhado. 

28/05/12

Borrego com espinafres (saag gosh)


Saag Gosh

Estar de dieta não é sinónimo de comer cozidos e grelhados, foi uma conclusão a que os especialistas chegaram e que muito me agrada. Os pratos com molho, desde que feitos sem excesso de gordura, e com gorduras saudáveis como o azeite ou o óleo de coco, são uma boa opção, com a vantagem de serem muito saborosos e saciantes, dando-nos aquele conforto e prazer que procuramos numa refeição... Sim, porque todos nós concordamos que comer é muito mais do que nos alimentarmos, não é verdade?

Esta minha versão do saag gosh é inspirada na que se serve num dos meus restaurantes indianos favoritos, o Caxemira, na baixa.

Ingredientes:

600 gr. de borrego (cortado em cubos)
300 gr. espinafres (já arranjados)
3 tomates pequenos
(frescos, previamente escaldados e sem pele, ou de lata)
1 cebola
2 dentes de alho
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de sementes de coentros
1 colher de sopa de garam masala
1 colher de chá de curcuma

1 colher de chá de cominhos em pó
2 anis-estrelado
4 vagens de cardamomo
2 malaguetas secas
Gengibre (cortei em 6 tiras finas, em vez de ralar, como é habitual, pois sente-se mais o seu sabor)
2 colheres de sopa de óleo de coco (pode usar também ghee ou uma mistura de manteiga com óleo, mas o óleo de coco é a opção mais saudável)
Sal q.b.


Numa caçarola, em lume brando, aquecer o óleo com as sementes de coentros e de mostarda, deixando que elas libertem o aroma. Juntar a cebola picada e os dentes de alho picados e deixá-los ganhar cor, sem queimar. Adicionar as especiarias em pó (garam masala, curcuma e cominhos). Deixar tomar sabor (2 minutos bastam). Juntar o borrego. Quando ganhar cor, adicionar os tomates, o sal, o cardamomo, o gengibre, o anis-estrelado e as malaguetas. Verificar se é necessário adicionar um pouco de água, mas atenção, este prato não fica a boiar em molho, nada disso... os espinafres são efectivamente o molho. Deixar cozinhar uns 25 minutos. Juntar os espinafres. Cozinhar mais 10 minutos.

Como tenho algumas restrições alimentares, preferi acompanhar com grão, mas se preferirem sirvam com arroz. 

15/12/10

Borrego guisado com laranja e castanhas

borrego guisado com laranja e castanhas

O Inverno é por excelência tempo de assados e guisados. Pratos quentes, aromáticos, que nos dão conforto para resistir ao frio. Sabe bem comê-los com muita calma, acompanhados de um bom vinho tinto e de muito conversa, num daqueles longos almoços de fim-de-semana. E foi mesmo isso que decidi fazer num domingo chuvoso...


Ingredientes:



1 kg de borrego
1 cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
2 dl de Vinho branco
Alecrim
Casca de 1 laranja
1 pau de canela
5 ou 6 grãos de pimenta da Jamaica
Sal q.b.
Água q.b.

Salsa fresca picada
400 castanhas (cozidas ou congeladas)


Limpar bem o borrego e cortá-lo em pedaços. Numa caçarola de fundo grosso, ou num tacho de barro, refogar a cebola e o alho no azeite, até a cebola ficar translúcida. Juntar o borrego e deixar que perca o aspecto cru. Adicionar os temperos, o alecrim, a casca de laranja e o vinho. Deixar cozinhar em lume brando 1:30h a 2h. Mexer de vez em quando e verificar se é preciso juntar água para que o guisado fique com molho. Se usar castanhas cozidas junte-as ao guisado uns momentos antes de apagar o lume, só para que aqueçam. Caso use castanhas cruas, junte-as cerca de 10 minutos antes de finalizar o borrego. Polvilhe o borrego com salsa picada. 

Para dietas com baixo índice glicémico, acompanhar com vegetais. Caso contrário, servir com cuscuz, que poderá aromatizar com raspas de laranja, por exemplo.

20/11/10

Bolo de chocolate, pêra e especiarias para o Tertúlia de Sabores


O Tertúlia dos Sabores faz hoje 3 anos. Como fã incondicional deste belíssimo blogue, comandado com grande mestria pela encantadora Moira, não poderia deixar de participar na festança. No ano passado, para assinalar o aniversário, servi entrecosto caramelizado. Este ano, levo bolo de chocolate. Já me estou a imaginar com a Moira numa tarde outonal a saborear um chá de rooibos (de que ela tanto gosta), enquanto degustamos este bolinho e tagarelamos. Parabéns ao Tertúlia!



Ingredientes:


600 g pêra
150 g açúcar
75 g de manteiga
3 ovos
75 g de chocolate
75 g farinha
1 colher de chá fermento
2 colheres de chá de quatre épices
(ou faça a sua própria mistura de especiarias moendo, por exemplo, cardamomo, noz-moscada, canela, cravinho, pimenta da Jamaica, gengibre)


Descascar as peras cortá-las ao meio e retirar o pedúnculo. Amolecer a manteiga no microondas. Bater a manteiga com o açúcar. Adicionar as gemas, o chocolate derretido e a farinha misturada com o fermento. Por fim, juntar as claras batidas em castelo. Untar uma forma de fundo amovível com manteiga e farinha (ou spray desmoldante), por cima colocar papel vegetal. Dispor as metades de pêra no fundo do tabuleiro. Polvilhar com as especiarias e cobrir com a massa do bolo. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus entre 20 a 30 minutos.

Fonte: esta receita é da Apolónia e aprendi-a numa aula de cozinha vegetariana na Cozinhomania.


11/11/10

Chili con carne (e chocolate)


Aprendi a fazer chili há alguns anos com uma amiga que viveu no Texas. Durante algum tempo, fazia a receita como ela me ensinou, usando uma mistura pré-preparada que comprava em Londres. Mas fui investigando quais eram as especiarias que figuravam nessa mistura e experimentando combinações até chegar à minha própria receita. Há um segredo que essa amiga me confidenciou e que, a meu ver, é o que dá “aquele toque especial” ao chili: o uso de chocolate. O chocolate corta a acidez do tomate e dá uma textura espessa e, ao mesmo tempo, suave a este prato tex-mex.



Ingredientes (5 pessoas):


450 g de carne picada (vaca)
400 g de feijão cozido
1 lata de tomate pelado (400 g)
2 cebolas
3 dentes de alho
2 folhas de louro
50 g de pimento verde
50 g de pimento vermelho
Azeite q.b.
Sal q.b
2 quadrados de chocolate semi-amargo (20 g)


Especiarias:


1 colher de chá de orégãos
2 colheres de chá de cominhos
½ colher de chá de pimenta da Caiena
½ colher de chá de piripíri
½ colher de chá de canela




Tradicional


Picar o alho e a cebola e refogá-los em azeite, juntando também o louro. Juntar a carne, o sal e as especiarias e deixar que a carne perca o aspecto cru. Adicionar o tomate (com o suco). Deixar cozinhar uns 20 minutos, juntando o pimento cortado aos cubos a meio da cozedura. Se o molho estiver muito espesso, juntar um pouco de água. Misturar o feijão cozido e deixar tomar sabor. Por fim, juntar o chocolate, envolvendo suavemente. Servir com arroz branco.



Thermomix_bimby


Deitar o azeite no copo e programar 3 m/varoma/velocidade 2. Juntar a cebola e o alho descascados, picar 5 segundos/velocidade 5. Refogar 5 m/varoma/velocidade 1. Juntar a carne picada, as especiarias e o sal marcar 5 minutos/varoma/velocidade 1/colher inversa. Adicionar o tomate (com o suco), o louro e o pimento cortado aos cubos. Seleccionar 10 m/varoma/velocidade colher inversa. Juntar o feijão e programar 3 m/100o/ velocidade colher inversa. A meio dos 3 m, deitar o chocolate pelo orifício. Se optar por usar feijão de lata, é melhor programa mais uns minutos, para que o feijão tome gosto. Servir com arroz branco.

03/11/10

Sopa de feijão com nabo e nabiças



A estória das moelas reavivou-me outros sabores de infância... A sopa de feijão da minha mãe, com um inconfundível toque de canela... Encorpada, aromática, uma sopa perfeita para acalentar o corpo e a alma em dias de frio. Ei-la.

Ingredientes:


200 g de feijão cozido*
175 g abóbora
250 g cenoura
1 cebola
2 dentes de alho
1 ou 2 cabeça de nabo (350 g)
2 tomates maduros
Nabiças a gosto
800 dl a 1 litro de água
(Se optar por cozer o feijão, utilize a água da cozedura).
Canela em pó
(Essencial para dar um toque especial à sopa)
Sal

*Pode usar feijão de lata. Normalmente, faço com feijão cozido por mim, é mais económico do que comprar de lata e o sabor é incomparavelmente melhor. Demolho 500 g de feijão. Depois, cozinho na panela de pressão com uma pitada de sal, 1 folha de louro, 1 cebola, 2 dentes de alho e água. Coze em apenas 10 minutos, após a panela começar a apitar ou a largar o vapor. Reservo a água da cozedura para a sopa.


Tradicional


Lave, descasque e corte os legumes. Numa panela, deitar os legumes, usando apenas metade da quantidade de feijão e de nabo. Juntar a água. Deixar cozer os legumes. Antes de triturar a sopa, deite a canela em pó, um fio de azeite e confira o sal. Verifique a consistência da sopa e, se estiver demasiado espessa para o seu gosto, junte mais água. Adicione o nabo cortado aos cubos e as nabiças. Deixe cozinhar em lume brando. Por fim, junte o feijão cozido. Sirva bem quentinha.

Se tiver uma panela que lhe permita cozer a vapor, enquanto faz a sopa, aproveite e coza o nabo e as nabiças. Depois de triturar a sopa, junte o nabo, a nabiça e o feijão. Assim, poupa tempo e energia.

Thermomix_bimby


Lave, descasque e corte os legumes. No copo, coloque os legumes, usando apenas metade da quantidade de feijão e de nabo. Juntar a água (dois dedos abaixo do nível dos legumes) e o sal. Na varoma, colocar as nabiças e meio nabo cortado aos cubos. Marcar 25 m/varoma/velocidade 1. Ao fim de 15/20 minutos pode retirar o recipiente varoma, pois o nabo e as nabiças já estarão cozidos. Antes de triturar a sopa, deite a canela em pó, um fio de azeite e confira o sal. Triture 2 m/velocidade 3-5-7. Verifique a consistência da sopa e, se estiver demasiado espessa para o seu gosto, junte mais água. Adicione o restante feijão, o nabo e as nabiças e seleccione 2 m/100o/colher inversa. Sirva bem quentinha.


30/08/10

Chá gelado de erva-cidreira com especiarias


Aqui há uns tempos prometi à minha amiga Rô que apresentaria aqui alguns chás gelados, feitos com produtos Ervas da Zoé, para combater a ideia de que o chá é para beber quente e nos dias de invernia. Aqui está mais uma prova de que o chá e as tisanas são excelentes bebidos bem frescos. Simples, com especiarias ou ervas condimentares e/ou aromáticas. Mais: é muito melhor feito em casa do que comprar aqueles refrigerantes horrorosos (pelo menos para mim) - cujo nome não vou aqu mencionar, pois só faço publicidade ao que gosto. ;-)

Ingredientes:

1 litro de água
2 ½ colheres de sopa de erva-cidreira
(se preferir, pode usar Lúcia-lima)
1 anis estrelado
2 ou 3 cravos-da-Índia
8 vagens de cardamomo
(pressionar as vagens para que se abram e o aroma se liberte)
2 colheres de sopa de mel

Ferver a água com as especiarias. Apagar o lume. Juntar a erva-cidreira e deixar infundir 10 minutos. Coar. Adoçar com mel. Refrigerar.

14/07/10

Mousse de iogurte e manga com curcuma e cardamomo



Uma sobremesa fresca, pouco doce, com uma nota suave de especiarias... É sem dúvida perfeita para os dias de calor.

Por coincidência, no dia em que fiz esta mousse para o almoço, a Ameixinha publicou mango fool também com especiarias, e também teve a ideia de o servir em copinhos de iogurte... Embora andemos sempre de candeias às avessas, desde que lhe “amarfanhei o pente”, pelos vistos até existe alguma sintonia entre nós... Não é D. Ameixa?

Ingredientes:


5 iogurtes simples (escorridos)
1 manga (com cerca de 500 g)
60 g de açúcar
¼ colher de curcuma (açafrão da Índia)
5 ou 6 vagens de cardamomo
200 ml de natas frescas
Pistáchios q.b.

Deixar o iogurte a escorrer de um dia para o outro para que liberte o soro e fique com uma consistência pastosa (Depois de escorridos, ficará com cerca de 250 g de iogurte). Moer as sementes do cardamomo no almofariz. Triturar a manga com a varinha mágica, misturando o cardamomo e a curcuma. Bater o iogurte com o açúcar e misturar à manga. Por fim, juntar as natas batidas. Colocar a mousse em copinhos de iogurte – uma excelente forma de reutilizar recipientes de vidro, poupando dinheiro, pois não tem necessidade de comprar taças de sobremesa. Levar a mousse ao frigorífico pelo menos 3 horas. Servir enfeitada com pistáchios picados grosseiramente.

18/06/10

Uma sobremesa para comemorar o 3.º ano

Foi há três anos que abracei este projecto, sem fazer a mais pálida ideia do que me poderia trazer. O que começou por ser um caderno de receitas para partilhar com amigos acabou por se tornar palco de experiências, de troca de saberes, de evolução pessoal, de encontros, de amizades, de inúmeras peripécias... E pasmem: até há pessoas que não conheço que aqui vêm com regularidade ler as minhas receitas... e que gostam! Agradeço o incentivo de tod@s que por aqui passam e asseguro-vos: este projecto é para continuar!



Ora tomem lá uma sobremesa para comemorar! E não se esqueçam de participar no desafio de aniversário do Three Fat Ladies!



Tarte de iogurte e limão com gengibre
(adaptada da receita da Fer que já publiquei aqui)


Massa:
200 g de bolacha Maria
80 g de manteiga
Gotas de sumo de limão


Recheio:
1 pacote de gelatina em pó sem sabor (6 g)
5 iogurtes naturais gordos sem açúcar
(que devem ser drenados de um dia para outro para retirar o soro)
250 ml de natas frescas
½ chávena de açúcar
1 ½ colher de chá gengibre em pó (esta quantidade depende do gosto de cada um)
Sumo e raspa de um limão


Triturar as bolachas e misturar com a manteiga derretida (deite umas gotas de sumo de limão para ajudar a agregar a massa e dar sabor). Forrar uma forma de tarte com esta massa. Misturar a gelatina em 2 colheres de sopa de água, levando ao microondas uns segundos para que derreta. Combinar a gelatina com 2 colheres de sopa de sumo de limão. Numa tigela, misturar o iogurte, o açúcar e a raspa de limão. Depois, juntar as natas batidas e, por fim, a gelatina. Misturar bem e levar ao frigorífico. Verter o recheio na tarteira, decorar com raspa de limão e levar ao frigorífico pelo menos 1 hora antes de servir.

26/03/10

Empadas de batata-doce e especiarias


Nunca fui muito dotada para as massas, mas não resisto a umas empadinhas. A solução é comprar a massa feita, e preferencialmente cortada em rodelas para agilizar a tarefa... ui que preguiçosa que eu sou!





Ingredientes para 8 empadas:

150 g de batata-doce
1 cenoura pequena
Meio alho francês
1 colher de chá de cominhos em pó
1 colher de chá de coentros em pó
1 colher de chá de garam masala
Azeite
sal
Coentros frescos
1 embalagem de massa para empadas (160 g - 16 rodelas)
(La Cosinera, à venda no Corte Inglés por um preço bem simpático)
1 gema (para pincelar)




Cozer a batata-doce com a casca. Retirar a casca e cortar a batata em cubos. Em azeite, estufar o alho francês cortado em rodelas finas e a cenoura ralada. Juntar as especiarias e, depois, a batata-doce. Verificar se necessita de sal (raramente uso sal em comida com muitas especiarias). Juntar coentros picados a gosto. Deixar o recheio arrefecer. Forrar as forminhas com uma rodela de massa. Rechear. Por cima, colocar outra rodela de massa. Selar, enrolando as extremidades da massa. Pincelar com gema de ovo. Levar ao forno 15 minutos a 200 graus. Servir como petisco ou como refeição, acompanhando com salada.


19/11/09

4 por 6 na rota das especiarias – Mattar Panner e Marmelos cozidos com especiarias

Antes de mais, peço desculpa pelo atraso na publicação do 4 por 6. Devia tê-lo feito na semana passada, de acordo com o prometido, mas não consegui. Mas para me redimir sirvo-vos uma refeição quente e aconchegante, ideal para estes dias frios.

O prato principal que hoje vos sugiro foi-me ensinado por Rakesh Kumar e Neelam Rami e a sua simpática família (oriunda do Panjab), numa alegre e proveitosa aula de culinária indiana, no âmbito da iniciativa TODOS. Fiz apenas 2 alterações à receita original: não usei polpa de tomate, preferi usar tomate pelado, e omiti a pasta de caril, pois acho dispensável e como não é fácil de encontrar... Provavelmente o mais difícil de encontrar serão as sementes de cominhos, se não conseguirem usem cominhos em pó, mas só o juntem à receita ao mesmo tempo que as outras especiarias em pó.




Mattar paneer (ervilhas com queijo)


1 ½ colher sopa óleo
1 ½ colher chá sementes cominhos
1 cebola
2 ou 3 dentes de alho
1 colher de sopa de gengibre fresco ralado
1 malagueta
5 ou 6 tomates pelados
Sal (sinceramente, acho dispensável...)
2 colheres de chá de garam masala
½ colher de chá de curcuma
5 dl água
600 g de ervilhas
200 g de paneer


Para fazer o paneer, seguir esta receita, aumentando as quantidades de leite para 1,5 l e a de sumo de limão para 1 ½ colher de sopa.


Num tacho, aquecer o óleo e acrescentar as sementes de cominhos, tostando-as ligeiramente para aroma. Juntar a cebola e o alho picados, o gengibre e as malaguetas cortadas em rodelas. Deixar alourar. Acrescentar o tomate picado, o sal, o garam masala e a curcuma (açafrão-da-índia). Cozinhar um pouco e, por fim, acrescentar a água e as ervilhas. Depois de as ervilhas estarem cozidas, junta-se o panir cortado em cubinhos. Servir acompanhado com arroz basmati.




Marmelos cozidos com especiarias


600 g marmelos
Sumo de 1 limão
7 colheres de sopa de açúcar amarelo
1 estrela de anis
1 cravinho
1 pau de canela
4 sementes de cardamomo
1 ½ chávena água
1 dl vinho do Porto

Arranjar os marmelos e cortá-los em fatias grossas, regando com sumo de limão para que não escureçam. Cozê-los na panela de pressão juntamente com as especiarias, a água, o vinho do Porto e 5 colheres de sopa de açúcar. O tempo de cozedura dependerá do grau de maturação dos marmelos... e não se esqueçam de que os 5 minutos são contados a partir do momento em que a panela apita.

Coar o molho da cozedura dos marmelos e levar ao lume com mais 2 colheres de sopa de açúcar, deixar reduzir um pouco. Servir os marmelos com o molho.

Vamos às compras: as especiarias comprei-as no supermercado indiano do centro comercial Martim Moniz, onde são vendidas a preços acessíveis, mas também se encontram à venda no Continente. No Centro Comercial da Portela existe também um supermercado indiano.

Não contabilizei as especiarias, mas são usadas em quantidades que não encarecem substancialmente a receita. De qualquer forma, a margem que deixo é mais do que suficiente, ficámos a € 1,40 do plafond.



Dica de poupança: evitem comprar as especiarias menos comuns (refiro-me ao anis estrelado, sementes de cominhos e cardamomo) em lojas gourmets, pois os preços são um verdadeiro exagero (estão sobretudo a pagar a embalagem).

17/11/09

2.º Aniversário do Tertúlia dos Sabores: entrecosto caramelizado com especiarias e arroz de ananás


As especiarias são uma boa metáfora para representar a minha paixão pelo Tertúlia de Sabores (e admiração pela Moira). Um blogue aromático, doce, quente, aconchegante... que me viciou por estes ingredientes, mas também pela sabedora prosa da Moira, as belíssimas imagens e as receitas inspiradoras. Os meus parabéns pelos 2 anos do Tertúlia, e por tudo o que faz deste blogue um dos meus favoritos. Esta é a minha contribuição para a festa de aniversário!


Ingredientes para 4 pessoas:

1 kg entrecosto
3 colheres de sopa de vinho do Porto
2 colheres de sopa de azeite
1 colher chá piri-piri em pó
½ colher de chá de pimenta da Jamaica em pó
½ colher de chá de sementes de coentros em pó
¼ colher de chá de canela em pó
1 colher sopa de gengibre fresco ralado
Sal
2 colheres de sopa de açúcar amarelo
2,5 dl de água (ou caldo de carne)
2 malaguetas
2 colheres sopa de vinagre de arroz
100 g de ananás
200 g de arroz de jasmim
Coentros a gosto (as folhas)

Corte a carne de acordo com o seu gosto (pode deixar a peça intacta, mas levará mais tempo a cozinhar). Num recipiente, misturar o vinho, as especiarias, 1 colher de sopa de azeite, o açúcar e o sal. Esfregar esta mistura no entrecosto. Colocar o entrecosto num saco plástico juntamente com a marinada. Deixar marinar cerca de 30 minutos. Selar o entrecosto no resto do azeite (1 colher de sopa), em lume forte para que fique ligeiramente tostado. Baixar o lume e juntar a marinada, o vinagre e o gengibre. Deixar cozinhar, sempre em lume brando, até o entrecosto ficar tenro e o molho ficar espesso e caramelizado (cerca de 1h30 para entrecosto cortado, 2h para peça inteira). Atenção: se o molho caramelizar muito depressa pode ser necessário juntar um pouquinho mais de água.

Entretanto, cortar o ananás em cubinhos pequenos. Tirar as sementes e os veios da malagueta e cortá-la em pedacinhos. Preparar o arroz de acordo com as instruções da embalagem. Juntar o ananás e a malagueta. Enfeitar com folhas de coentros.

Receita adaptada do livro Spice it.

23/10/09

Tarte de abóbora


Era uma das tartes que mais desejava fazer, mas sempre que compro abóbora – diga-se de passagem, muitas vezes - ela é usada invariavelmente em pratos salgados (sopas, risotto, assados)... Fiquei feliz por ter acertado em cheio logo à primeira. O recheio ficou exactamente como eu queria: aromático, cremoso e doce q.b.. Parti da receita do livro The Hummingbird Bakery Cookbook, mas fiz algumas alterações: em vez de cozinhar a abóbora a vapor, optei por assá-la no forno; usei amido de milho (maizena) em vez de farinha de trigo; aumentei a dose de gengibre e, em vez de cravinho, usei noz-moscada.

Pode usar massa quebrada de compra, fazer a sua massa preferida ou seguir esta receita (para uma forma de tarte de 23 cm diâmetro). 


Atenção: antes de fazer a massa, é melhor assar a abóbora.

Massa:

260 g de farinha
½ colher de chá de sal fino
110 g de manteiga com sal
 (se usar manteiga com sal, omita o sal fino)
Água fria q.b.

No robô de cozinha, misturar em baixa velocidade, a farinha, a manteiga aos cubos e o sal, até obter uma massa areada. Juntar 1 colher de sopa de água. Misturar. Juntar mais uma colher de sopa de água e bater até obter uma massa lisa. Caso ache a massa demasiado seca pode juntar mais uma colher de sopa de água, mas atenção para não exagerar (é mais seguro ligar o robô na velocidade máxima para que os ingredientes ficarem bem misturados do que juntar mais água).

Embrulhar a massa em película aderente e deixar descansar 1 hora. Entretanto, aproveitar para fazer o recheio da tarte.

Estender a massa numa superfície enfarinhada. Colocá-la numa tarteira previamente untada. Aparar as bordas com uma faca afiada. Cobrir a tarte com papel vegetal e por cima colocar feijão ou grão seco para fazer peso (uso umas bolinhas de cerâmicas).   Levar ao forno pré-aquecido a 170 graus durante 10 minutos. Retirar o papel vegetal e os pesos, levar mais 10 minutos ao forno (não deixar que a massa doure).

Recheio:

400/425 g de polpa de abóbora assada
 (para isso precisei de cerca de 800 g de abóbora, 
pesada com casca)
1 ovo
235 ml de leite evaporado
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de chá de canela
½ colher de chá de gengibre em pó
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de sal

Assar a abóbora no forno num pirex untado com manteiga (deixar a casca da abóbora para proteger a polpa). Costumo assá-la a 200 graus, sendo que o tempo depende da forma como cortamos a abóbora (quanto mais finas as fatias, menos tempo leva). Neste caso, usei uma metade de uma abóbora e levou mais de 1 hora a assar. 


Deixar arrefecer e retirar a polpa da abóbora. Numa tigela colocar todos os ingredientes e misturar com a varinha mágica (mixer) até obter uma massa homogénea. Verter o recheio sobre a massa. Levar ao forno por 40 minuto, até o recheio estar firme. Comer assim simples ou servir com gelado de baunilha, ou natas batidas. 

02/09/09

4 por 6: sopa fria de maçã e caril + almofadinhas de lombarda com seitan


Para a reentrée do 4 por 6, escolhi um menu com um toque exótico: uma sopa estival com aroma de caril e um prato principal temperado com cominhos e hortelã. Já sei que alguns de vós torcem o nariz à comida vegetariana, mas experimentem. Não se esqueçam de que uma das boas regras da alimentação é a variedade (que estamos a ver que até é possível com um baixo orçamento...). Além disso, já todos sabemos que só nos faz bem reduzir o consumo de proteína animal.
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Sopa fria de maçã com caril




A receita original recomenda o uso da variedade de maçã que habitualmente usamos nas tartes. Optei pela reineta por ser das minhas favoritas (e estar em promoção). Se usarem uma variedade mais doce, dispensem a pitada de açúcar e usem sumo de 1 limão, em vez de meio.
Ingredientes:

600 g maçã
6 dl de caldo de legumes
(ou água com meio cubo de caldo biológico)
2 colheres de sopa de manteiga
1 cebola pequena
Sumo de meio limão
1 colher de chá de caril (usei madras e... mais do que 1 colher ;-))
Sal e pimenta q.b.
1 pitada de açúcar
(para atenuar a acidez da maçã, caso usem reineta)
1 iogurte natural (facultativo)

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Saltear a cebola em manteiga. Juntar a maçã, descascada e cortada em fatias, e o caril. Quando a maçã começar a amolecer, adicionar a água. Deixar cozinhar cerca de 30 minutos. Temperar com sal e pimenta, e colocar uma pitada de açúcar, se achar necessário. Deixar a sopa arrefecer uns 30 minutos. Adicionar o sumo de limão. Triturar a sopa na varinha mágica (mixer). Servir fria ou à temperatura ambiente. Se desejar, enfeitar com uma colherzinha de iogurte espesso (iogurte normal, deixado a escorrer de um dia para o outro, ou durante pelo menos 4 horas).
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Almofadinhas de couve-lombarda com seitan




Ingredientes:

300 g seitan
75 g pimento vermelho
1 cebola
2 dentes de alho
Couve-lombarda
(usei 6 folhas grandes – cerca de 300 g)
1 lata de polpa de tomate (400 g)
1 dl de vinho branco
Azeite (3 colheres de sopa)
Cominhos, sal e pimenta q.b.
Hortelã



No robô de cozinha, moer o seitan com o pimento, a cebola e os dentes de alho para o recheio. Numa frigideira com azeite, passar o recheio e temperar com os cominhos, sal e pimenta. Deixar cozinhar um pouco. Reservar. Escaldar as folhas de couve-lombarda e recheá-las (convém deixar esfriar o recheio e as folhas de couve), usando palitos para fechar a almofadinha. Num tacho, juntar azeite, o tomate pelado e o vinho, por cima dispor as almofadinhas e a hortelã. Salpicar com um pouco de sal. Deixar cozinhar até que a couve fique tenra e o molho apure. Ir juntando água para que o molho não seque. Servir com arroz branco.

Vamos às contas e às compras: para começar, a advertência de sempre: os valores da fruta e dos legumes são do Continente, mas se comprar na mercearia do seu bairro o mais provável é encontrar mais barato (exemplo: a cebola, classificada pelo hipermercado como “económica”, custa € 0,85/kg, na mercearia ficou-me por € 0,35/kg). Em segundo lugar, não compre o seitan no Continente, sai bastante mais caro do que adquiri-lo numa loja de produtos dietéticos e macrobióticos.





Dica de poupança: se uma receita pedir iogurte grego, não deixe de a fazer por considerá-lo caro. Substitua o iogurte grego por um corriqueiro iogurte natural sem açúcar de marca branca. Depois, deixe-o escorrer durante uma noite para que ele perca o soro e fique espesso.

31/08/09

Dip de cenoura e cominhos


Continuo em maré de dips. Se acharam que a de beterraba era fácil, vejam lá esta:

Ingredientes:

250 g de cenouras
1 dente de alho (facultativo)
Cominhos q.b.
1 fio de azeite
Sal e pimenta a gosto

Descascar e cozer a cenoura. Triturá-la com os temperos e o alho, usando a varinha mágica (mixer). Já está! É servir com pãozinho, tostas, o que se queira, e comer como entradinha.

Receita adaptada daqui.

22/06/09

Arroz de grão com curcuma

Além de me apropriar da receita da minha amiga Marizé, também faço minhas as suas palavras: “refeição ligeira ou acompanhamento, este arroz é sempre bem-vindo”. Experimentem que vão gostar, sobretudo se partilharem do gosto que eu e a Marizé temos por esta leguminosa!


Ingredientes:


1 chávena de arroz basmati
1 chávena de grão cozido
2 ½ chávena de caldo de legumes (usei caldo de cozer o grão)
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 fio de azeite
1 pitada de curcuma
1 folha de louro
Sal q.b.


Alourar a cebola e o alho em azeite. Juntar a curcuma e o arroz, envolver bem, para que o arroz absorva os sabores. Juntar a folha de louro e regar com o caldo quente. Quando o arroz estiver quase cozido, adicionar o grão. Mexer e rectificar o sal. Depois de cozido, tape o tacho e deixe repousar um pouco antes de servir.