Mostrar mensagens com a etiqueta fruta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fruta. Mostrar todas as mensagens

25/06/14

Salada de melancia e feta com molho tailandês para um delicioso piquenique

Foto de Helena Almeida, Sabores de Canela
Adoro piqueniques... sempre gostei Desde 2010 que, com um grupo de amigas das lides culinárias, nos juntamos em Monsanto para piquenicar. Há comidas que já são obrigatórias na cestinha: as pataniscas da Isabel, os ovos de codorniz da Suzana, as azeitonas da Manuela, a empanada da Helena, as minhas saladas.

Este fim-de-semana, com o tempo muito pouco simpático, tivemos que alterar os planos, mas não quisemos quebrar a tradição: o piquenique foi em casa de uma amiga, mas sempre de porta aberta para o quintal.


Como sempre, houve boa comida, muitas gargalhadas, conversa e algumas novidades... Uma delas merece ser partilhada aqui, pois tem tudo que ver com o tema. A Isabel já tinha o novo livro dela na mão, que estará nas livrarias a partir de 2 de Julho. Agora imaginem lá qual é o nome... Delicioso Piquenique. Pois é! 

Cá para mim acho que ela se lembrou de nós muitas vezes quando estava a escrevê-lo! Além de receitas para piqueniques, o livro da Isabel tem também receitas para levar para o trabalho e para festas. São receitas práticas, simples de confeccionar, mas sempre com “aquele” toque especial para surpreender os amigos. 

Sei que ao folhearem o Delicioso Piquenique vão sentir toda a alegria que é partilhar refeições com os amigos... e talvez até consigam escutar algumas das nossas gargalhadas. 

Ingredientes:

1 molho de agriões
700 g de melancia
5 ou 6 rabanetes
150 g de queijo feta
Coentros frescos a gosto
Sementes de girassol a gosto

Molho tailandês:

1 ½ limão ou lima (sumo)
3 colheres de sopa de molho de peixe
3 colheres de sopa de açúcar mascavado escuro
1 malagueta picada, sem sementes, nem veio

Levar ao lume todos os ingredientes para fazer o molho. Reservar. Tostar as sementes de girassol numa frigideira antiaderente. Lavar e arranjar os agriões. Descascar a melancia e cortá-la aos cubos. Lavar os rabanetes e cortá-los finamente usando uma mandolina. Picar os coentros. Misturar a melancia com os agriões, os coentros e os rabanetes, finalizando com o queijo feta esfarelado grosseiramente e as sementes de girassol. Juntar o molho só na altura de servir.

Outras sugestões de molho: Caso não apreciem molho tailandês, podem usar um molho vinagrete com um pouco de mel. Também podem fazer um molho de soja com mel, sumo de limão e malagueta (neste caso, convêm levar o molho um pouco ao lume para dissolver bem o mel).

Dica para piquenique: Levar os ingredientes da salada previamente preparados em 2 caixas (uma só com a melancia, outra com os restantes ingredientes) para juntar no local do piquenique. Levar o molho num frasco de vidro e só misturar na hora de servir. 

Fonte de inspiração: receita de Jamie Oliver via Shutterbean

22/04/13

Mais fácil é impossível: morangos recheados com chocolate

Morangos recheados com chocolate 2

Esta receita da Lillyshop tem corrido a blogosfera de expressão inglesa e, desde que a partilhei no meu mural do facebook, já várias amigas a fizeram. Rápida, fácil e saborosa... que mais queremos nós? Com a vantagem adicional de que, se usarem chocolate com 70% cacau, é também muito saudável, podendo ser comida por quem está a fazer dieta. Numa versão para crianças, o melhor é mesmo usar chocolate de leite.

Ingredientes:

30 morangos médios (aproximadamente)
1 tablete de chocolate (usei 70% cacau)
6 colheres de sopa de natas (usei de soja)

Lavar os morangos. Retirar-lhes o pedúnculo. Com a pontinha de uma faca retirar-lhes o centro de cor esbranquiçada. Deixá-los escorrer em papel absorvente por uns minutos com o buraquinho virado para baixo.  Entretanto, levar ao microondas o chocolate e as natas até derreter. Mexer bem a mistura para que fique homogénea. Rechear os morangos com a ganache de chocolate, usando um bico de pasteleiro ou uma colher de café. Para que os morangos não tombem e o chocolate verta, colocar os morangos numa cuvete de gelo (sem gelo, claro!). Levar ao frigorífico para que a ganache endureça um pouco. Servir! 

Nota: se quiser mantê-los em pé na hora de servir, basta cortar um bocadinho do fundo do morango, que ele aguenta-se.

Morangos recheados com chocolate

15/06/12

Estufado de couve roxa e maçã

Estufado de couve-roxa e maçã


Um acompanhamento perfeito para assados ou grelhados, com um sabor agridoce e uma cor fantástica! 
Tradicionalmente usado para servir com carne de porco, este estufado dá um toque especial a uma refeição simples, como acompanhamento, por exemplo, de umas costeletas grelhadas.

Ingredientes:

1 cebola pequena
500 g couve roxa
1 maçã ácida (tamanho médio)
sumo de 1/2 limão
1 dl de vinho doce (Favaios, Moscatel..)
Azeite q.b.
sal, pimenta e noz moscada

Cortar a couve-roxa em juliana fina (na bimby 3 segundos, velocidade 4). Passar por água, escorrendo bem. Descascar e cortar a maçã em cubos e regar com sumo de limão. Picar a cebola grosseiramente. Numa caçarola (ou wok), saltear a cebola até que fique translúcida. Juntar a couve-roxa e o vinho. Deixar cozinhar 2 ou 3 minutos. Adicionar a maçã. Temperar com sal, pimenta e noz moscada. Deixar cozinhar cerca de 10 minutos (depende do tamanho de corte da couve, naturalmente). Não deixe cozinhar demasiado para que a maçã não se desfaça e a couve se mantenha crocante. 

12/06/12

Chá gelado de manjericão canela e morango

ice tea morango 2



O chá e as infusões geladas fazem parte das minhas memórias de infância. Não havia tarde de praia sem chá frio com limão, para acompanhar as sandes de pasta de atum. Tudo feito pela minha mãe. Talvez por isso nunca tenha apreciado os ice tea industriais, nem os sumos e muito menos as colas. Nada como prepararmos estas bebidas em casa, com fruta fresca, chás variados, e açúcar a gosto. É mais saudável, mais saboroso e basta um pouco de imaginação para criarmos um refresco diferente. Já repararam na quantidade de chás e misturas de ervas que existem ao nosso dispor? Podemos juntar-lhes limão, fruta, ervas aromáticas ou até especiarias e voilá... temos uma bebida que não se encontra em nenhum supermercado!


Ingredientes:

1 litro de água
2 colheres de sopa de chá de manjericão-canela Ervas da Zoé
10 morangos médios (de preferência congelados)
Açúcar ou mel a gosto

Ferver a água, juntar o chá e deixar em infusão cerca de 5 minutos. Atenção que o sabor deste chá é intenso, convém não ficar muito forte. Coar o chá e deixar arrefecer. Numa liquidificadora ou na Bimby bater o chá com os morangos e o açúcar (mel ou adoçante, se preferir). Refrigerar.  

Nota: congelo os morangos por que, sobretudo na Bimby, é mais fácil triturá-los. 


30/03/11

Panna Cotta de iogurte e erva príncipe (ou pudim?)

pannacotta de iogurte e erva-príncipe_3
Esta panna cotta foi feita com talos de erva-príncipe (na imagem, à direita),
mas também podem usar chá príncipe (à esquerda)



Panna cotta ou pudim? Antes que a brigada dos bons costumes culinários me critique, deixo aqui a seguinte informação: tenho plena consciência de que panna cotta quer dizer natas cozidas. Eu sei, mas não me parece crime lesa culinária usar essa denominação para esta sobremesa com crise de identidade.

Até porque a ideia da receita partiu de uma panna cotta de erva-príncipe, que vi na revista do Continente de Fevereiro ou Março, à qual se juntou um gelado de iogurte e erva-príncipe, indicado pela Mariana. Deu-me logo vontade de fazer uma panna cotta (ou será um pudim?) que sintetizasse os sabores das duas receitas.

Ingredientes:

1 pacote de natas pasteurizadas (2 dl)
2 dl de leite meio-gordo
4 iogurtes simples sem açúcar escorridos,
o que dá cerca de 1 1/2 chávena de iogurte espesso.
80 g de açúcar
2 talos de erva-príncipe
(ou chá príncipe: segundo a minha amiga Moira, 
que já testou a receita, usa-se 1 colher de sopa de chá príncipe)
1 pacote de gelatina em pó (6 g)
2 colheres de sopa de água para dissolver a gelatina
1 manga



Notas: Esta receita dá uma quantidade suficiente para encher 7 ou 8 copinhos de vidro de iogurte (125 ml) até 2/3, completando depois com a manga.

Os talos de erva-príncipe compram-se congelados nas lojas asiáticas do Martim Moniz (há uma no Poço do Borratém, em frente às novas instalações do Brás e Brás). Caso não tenha possibilidade de adquiri-las, use chá príncipe (1 colher de sopa).

Os iogurtes devem ser deixados a escorrer cerca de 3 horas pelo menos. O líquido que libertado pode ser usado para fazer pão. Pode usar iogurte grego, se quiser agilizar o processo.

Confecção: num tacho pequeno, deitar as natas, o leite, o açúcar e os talos de erva-príncipe cortados grosseiramente (ou a erva-príncipe seca para chá, já que a fresca, que se encontra no supermercado junto das outras ervas frescas, não deixa um sabor tão intenso). Deixar levantar fervura, mexendo regularmente, para que ganhe o aroma da erva-príncipe. Deixar repousar 10 ou 15 minutos. Coar a mistura e descartar os talos. Entretanto, misturar um pouco de água fria à gelatina e deixar repousar 2 ou 3 minutos (são estas as instruções que vêm na embalagem). Juntar a gelatina à panna cotta, levar um pouco ao lume (brando) até dissolver a gelatina. Deixar esfriar um pouco e juntar o iogurte. Misturar e verter para copinhos ou formas. Levar ao frigorífico pelo menos 4 horas. Na hora de servir, finalizar com manga cortada em cubos.

04/03/11

Pizza de pêra com Roquefort e nozes

Foto gentilmente cedida por Cinco Quartos de Laranja

Sempre gostei de queijos fortes. Lembro-me de que, com 4 ou 5 anos, atirava-me com unhas e dentes a um pedaço de queijo S. Jorge daqueles bem intensos com um picante acentuado. Nessa época não tinha acesso ao Roquefort, nem aos chamados queijos azuis (Cabrales, Gorgonzola, Stilton, Danish blue), mas assim que experimentei fiquei rendida. Gosto particularmente da conjugação do Roquefort com a pêra e as nozes, com o seu contraste salgado/doce. Por isso, quando fui convidada para um animado jantar de pizzas, veio-me logo à ideia este trio de ingredientes. Até porque me trazem à memória um jantar com a Laranjinha e a Marizé no restaurante lisboeta Buenos Aires, onde experimentámos uma magnífica salada de endívias, pêra e Roquefort.


A massa da pizza, nestes jantares temáticos, é sempre da responsabilidade do Ricardo, que a executa na perfeição.


Ingredientes:


3 peras Rocha maduras
100 g de queijo Roquefort (ou outro queijo azul)
2 ou 3 colheres de sopa de natas (ou de leite)
Nozes a gosto


Lavar muito bem as peras e retirar-lhes o pedúnculo. Não é preciso descascar a fruta. Cortar em fatias finas. No microondas, derreter metade do queijo (50 g) com um pouco de natas. Mexer até que fique uma pasta homogénea. Barrar a base da pizza com este molho, dispor as fatias de pêra, por cima, esfarelar o resto do queijo e finalizar com as nozes picadas grosseiramente. Levar ao forno e servir acompanhada com uma bela salada.

07/02/11

Frango assado com molho de maçã e natas

Frango assado com molho de maçã e natas


Há uns 20 anos provei esta receita em casa de um amigo, feita por uma amiga dele que tinha passado 6 meses na Escócia e que nos queria mostrar um pouco da gastronomia que por lá tinha experimentado. Lembro-me de que adorei o molho, na altura, achei-o fora do comum e surpreendeu-me a sua conjugação com o frango assado... Os sabores ficaram sempre na minha memória até que, recentemente, decidi recuperar a receita e lá foi experimentando combinações e quantidades até chegar ao paladar desejado. Este frango assado é muito fácil de fazer e o molho que o acompanha é um sucesso garantido. Experimentem!



Ingredientes:


1,250 a 1,500 kg de frango
(usei coxas e pernas)
1 cebola
3 dentes de alho
5 ou 6 hastes Alecrim
2 maçãs reinetas
1,5 a 2 dl de vinho branco (2 dl)
Sal
30 g de manteiga
50 ml de natas


Num tabuleiro, dispor a cebola cortada em meias-luas, os alhos esmagados e as hastes de alecrim. Por cima, colocar o frango (ou os pedaços de frango) e a maçã reineta descascada e cortada em fatias. Juntar o alecrim. Verter 1,5 dl de vinho. Salpicar com sal grosso. Por fim, espalhar a manteiga em cubinhos, colocando alguns no molho e outros em cima do frango (apara que a pele fique brilhante e tostadinha). Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus cerca de 1 hora ou até que o frango fique tostadinho. De vez em quando, regue o frango com o molho e, caso seja necessário, deite um pouco mais de vinho branco. Depois de cozinhado, reserve o frango e triture o molho no robô de cozinha ou na varinha mágica, juntando as natas. Servir o frango com o molho, acompanhados por puré de batata.

25/11/10

Sopa de pêra e de beterraba


A pêra é das minhas frutas favoritas da estação e uma presença constante na minha alimentação. Já a beterraba é dos poucos vegetais com o qual tenho uma relação muito pouco regular. A sua cor é belíssima, mas o sabor às vezes deixa-me de nariz torcido. No entanto, esta sopa foi uma experiência bem-sucedida, pois a pêra suaviza a intensidade da beterraba e dá um toque especial a esta sopa.


Fonte: receita da revista Delicious, adaptada a partir da versão do blogue Souvlaki for the soul. Aconselho uma visita demorada a este blogue que tem receitas excepcionais e fotografias absolutamente fantásticas.

Actualização: também pode ver no blogue No soup for you a versão estival desta sopa feita pela querida Gasparzinha.

Ingredientes:


Azeite (10 ml)
1 cebola
1 cenoura
2 dentes de alho
450 g de beterraba
(já cozida ou assadas e sem pele)
180 g de peras (usei 3 pequenas)
7 dl de água
Sal e pimenta
Iogurte ou natas espessas para servir.


Se usar a beterraba em cru, terá de cozinhar a sopa mais tempo, cerca de 50 minutos no total.


Tradicional


Lave, descasque e corte os legumes e as peras e pique o alho e a cebola. Refogue a cebola, o alho e a cenoura. Adicione a pêra e a beterraba cortadas aos pedaços. Verta a água e tempere com sal e pimenta. Deixe cozinhar cerca de 20 minutos. Triture a sopa. Verifique a consistência e, se estiver demasiado espessa para o seu gosto, junte mais água. Sirva com um colherzinha de iogurte ou de natas espessas.

Thermomix_bimby


Lave, descasque e corte os legumes (como a bimby tritura muito bem os alimentos, não descasquei as peras). No copo, junte o azeite, a cebola, o alho e a cenoura. Pique 5 seg/velocidade 5. Refoge 4 min/ varoma/velocidade 1. Adicione a pêra e a beterraba cortadas aos pedaços. Verta a água, tempere com sal e pimenta. Programe 15 m/100 graus/velocidade 1. Triture 2 m/velocidade 3-5-7. Verifique a consistência da sopa e, se estiver demasiado espessa para o seu gosto, junte mais água. Sirva com um colherzinha de iogurte ou de natas espessas.

20/11/10

Bolo de chocolate, pêra e especiarias para o Tertúlia de Sabores


O Tertúlia dos Sabores faz hoje 3 anos. Como fã incondicional deste belíssimo blogue, comandado com grande mestria pela encantadora Moira, não poderia deixar de participar na festança. No ano passado, para assinalar o aniversário, servi entrecosto caramelizado. Este ano, levo bolo de chocolate. Já me estou a imaginar com a Moira numa tarde outonal a saborear um chá de rooibos (de que ela tanto gosta), enquanto degustamos este bolinho e tagarelamos. Parabéns ao Tertúlia!



Ingredientes:


600 g pêra
150 g açúcar
75 g de manteiga
3 ovos
75 g de chocolate
75 g farinha
1 colher de chá fermento
2 colheres de chá de quatre épices
(ou faça a sua própria mistura de especiarias moendo, por exemplo, cardamomo, noz-moscada, canela, cravinho, pimenta da Jamaica, gengibre)


Descascar as peras cortá-las ao meio e retirar o pedúnculo. Amolecer a manteiga no microondas. Bater a manteiga com o açúcar. Adicionar as gemas, o chocolate derretido e a farinha misturada com o fermento. Por fim, juntar as claras batidas em castelo. Untar uma forma de fundo amovível com manteiga e farinha (ou spray desmoldante), por cima colocar papel vegetal. Dispor as metades de pêra no fundo do tabuleiro. Polvilhar com as especiarias e cobrir com a massa do bolo. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus entre 20 a 30 minutos.

Fonte: esta receita é da Apolónia e aprendi-a numa aula de cozinha vegetariana na Cozinhomania.


08/09/10

Três entradas estivais (rápidas e saborosas)


No passado fim-de-semana, rumei a Évora para visitar uns queridos amigos que, tal como eu, se perdem por petiscos, e por dois dedos de conversa. Foram horas bem passadas, muita comidinha boa – eles cozinham muito bem e têm sempre ideias novas para partilhar comigo – , caipirinhas, cerveja e vinho para animar a festa, e amena cavaqueira. No sábado, jantámos umas codornizes recheadas, que tenho que replicar muito brevemente, pois estavam divinais. No domingo, brindaram-me com as melhores sardinhas de que tenho memória.


Deixo-vos aqui algumas das entradas que me foram oferecidas (e que adorei!). Frescas, fáceis de confeccionar e saborosas, óptimas para um dia quente de Verão, ideais para “abrir as hostilidades” de uma bela sardinhada.


Melancia com feta

As quantidades são q.b. Cortar a melancia em cubos, juntar com queijo feta esfarelado, polvilhar com pimenta preta e enfeitar com hortelã.



Azeitonas com queijo de cabra

Numa tigela, juntar as azeitonas e o queijo de cabra alentejano cortado aos cubos. Regar com uma dose muito generosa de azeite (preferencialmente de Moura). Temperar com orégãos.



Figos com presunto e queijo

Lavar e cortar os figos ao meio. Num palito, prender uma metade de figo, colocar um pedaço de presunto e uma fina fatia de queijo curado alentejano (aquele meio picante). Numa travessa, dispor os figos e regar com um fiozinho de azeite.

14/07/10

Mousse de iogurte e manga com curcuma e cardamomo



Uma sobremesa fresca, pouco doce, com uma nota suave de especiarias... É sem dúvida perfeita para os dias de calor.

Por coincidência, no dia em que fiz esta mousse para o almoço, a Ameixinha publicou mango fool também com especiarias, e também teve a ideia de o servir em copinhos de iogurte... Embora andemos sempre de candeias às avessas, desde que lhe “amarfanhei o pente”, pelos vistos até existe alguma sintonia entre nós... Não é D. Ameixa?

Ingredientes:


5 iogurtes simples (escorridos)
1 manga (com cerca de 500 g)
60 g de açúcar
¼ colher de curcuma (açafrão da Índia)
5 ou 6 vagens de cardamomo
200 ml de natas frescas
Pistáchios q.b.

Deixar o iogurte a escorrer de um dia para o outro para que liberte o soro e fique com uma consistência pastosa (Depois de escorridos, ficará com cerca de 250 g de iogurte). Moer as sementes do cardamomo no almofariz. Triturar a manga com a varinha mágica, misturando o cardamomo e a curcuma. Bater o iogurte com o açúcar e misturar à manga. Por fim, juntar as natas batidas. Colocar a mousse em copinhos de iogurte – uma excelente forma de reutilizar recipientes de vidro, poupando dinheiro, pois não tem necessidade de comprar taças de sobremesa. Levar a mousse ao frigorífico pelo menos 3 horas. Servir enfeitada com pistáchios picados grosseiramente.

03/05/10

Crumble de ruibarbo e de morango


Há cerca de um ano, uma leitora lançou-me o desafio de cozinhar com ruibarbo. Passou bastante tempo, mas não me esqueci do pedido... Aqui está uma receita, especialmente dedicada a ela, Sónia D. Espero que goste.

O ruibarbo foi comprado no Pingo Doce, foi a primeira vez que vi à venda neste supermercado. Já me tinha dito que, de quando em vez, há no Corte Inglès. Não sei se as lojas de produtos biológicos (MIosótis, Biocoop) terão...




Ingredientes


250 g de ruibarbo
250 g de morangos
2 colheres de sopa de vinho do Porto
75 g de açúcar
2 colheres de sopa de maisena

Crumble:
140 g de farinha com fermento
70 g de açúcar mascavado claro
85 g de manteiga
50 g de amêndoa (picada grosseiramente – usei com casca)


Notas: as folhas do ruibarbo são venenosas, só se usa o caule.
Em algumas receitas, é aconselhado que se descasque o ruibarbo, eu retirei as fibras que me pareceram mais duras (das pontas). Na verdade, apesar de fibroso, o ruibarbo fica rapidamente tenro, e em três tempos desfaz-se. Daí que também não me pareça necessário fazer uma espécie de compota antes de montar o crumble, como ditava a receita que me serviu de inspiração.

Lavar o ruibarbo e descartar as partes mais fibrosas. Arranjar os morangos. Num recipiente de ir ao forno, dispor o ruibarbo cortado aos pedaços e os morangos em metades. Por cima, deitar o vinho e o açúcar. Misturar. Polvilhar com a farinha. Misturar. Fazer o crumble, juntando todos os ingredientes secos. No fim, adiciona-se a manteiga fria, cortada em cubos. Mistura-se com os dedos até ficar uma massa de consistência arenosa. Dispor o crumble por cima dos morangos e do ruibarbo. Levar ao forno, pré-aquecido a 200 graus, durante 30 minutos.

18/02/10

Bolo de clementinas


Não sei se foi do frio; se da máquina fotográfica avariada; se da frustração de querer fazer umas mudanças por aqui, mas faltarem-me os conhecimentos técnicos para fazê-las; se do meu receio de que isto se torne uma obrigação; se da minha preguiça, se do farmville... A verdade é que este blogue hibernou nos dois últimos meses. O que não quer dizer que não tenha cozinhado. Tenho, mas sobretudo receitas que já publiquei.

Hoje, como promessa de regresso, deixo-vos um bolo maravilhoso, rico, intenso, húmido, aromático, perfeito para o Inverno, que tem a particularidade de ser feito com a casca da clementina. Aprendi a receita no Nigella Bites, que agora passa na SIC Mulher. No entanto, descobri que antes de Nigella, já outros autores a tinham publicado, nomeadamente Claudia Roden, especialista em gastronomia do Médio Oriente.

Ingredientes:

4 clementinas (375/400g) – pode ser feito com laranjas ou tangerinas
6 ovos
225 g de açúcar
250 g de amêndoa moída
(como comprei um pacote de 200 g,
acabei por juntar 50 g de farinha sem fermento)
1 colher chá de fermento

Lavar bem as clementinas (de preferência usar fruta que não esteja “encerada”). Para poupar tempo e energia, em vez de cozinhar a fruta numa panela tradicional (levaria 2 horas), optei por usar a panela de pressão. Assim, depois do pipo rodar, contam-se 10 ou 15 minutos (depende do tamanho da fruta) e já está. Escorrer as clementinas e deixá-las arrefecer. Retirar os pedúnculos e verificar se a fruta tem sementes, se assim for, descartá-los. Colocar as clementinas no robô de cozinha (processador) e reduzir a puré. Juntar os restantes ingredientes. Ligar o robô até obter uma mistura homogénea. Verter a massa numa forma de fundo amovível bem untada. Levar ao forno pré-aquecido a 190 graus cerca de 1 hora. Se achar necessário, para que o topo do bolo não queime, por volta dos 40 minutos de cozedura, cubra-o com papel de alumínio. Deixar arrefecer o bolo dentro da forma e sobre uma grade, antes de o desenformar.

19/11/09

4 por 6 na rota das especiarias – Mattar Panner e Marmelos cozidos com especiarias

Antes de mais, peço desculpa pelo atraso na publicação do 4 por 6. Devia tê-lo feito na semana passada, de acordo com o prometido, mas não consegui. Mas para me redimir sirvo-vos uma refeição quente e aconchegante, ideal para estes dias frios.

O prato principal que hoje vos sugiro foi-me ensinado por Rakesh Kumar e Neelam Rami e a sua simpática família (oriunda do Panjab), numa alegre e proveitosa aula de culinária indiana, no âmbito da iniciativa TODOS. Fiz apenas 2 alterações à receita original: não usei polpa de tomate, preferi usar tomate pelado, e omiti a pasta de caril, pois acho dispensável e como não é fácil de encontrar... Provavelmente o mais difícil de encontrar serão as sementes de cominhos, se não conseguirem usem cominhos em pó, mas só o juntem à receita ao mesmo tempo que as outras especiarias em pó.




Mattar paneer (ervilhas com queijo)


1 ½ colher sopa óleo
1 ½ colher chá sementes cominhos
1 cebola
2 ou 3 dentes de alho
1 colher de sopa de gengibre fresco ralado
1 malagueta
5 ou 6 tomates pelados
Sal (sinceramente, acho dispensável...)
2 colheres de chá de garam masala
½ colher de chá de curcuma
5 dl água
600 g de ervilhas
200 g de paneer


Para fazer o paneer, seguir esta receita, aumentando as quantidades de leite para 1,5 l e a de sumo de limão para 1 ½ colher de sopa.


Num tacho, aquecer o óleo e acrescentar as sementes de cominhos, tostando-as ligeiramente para aroma. Juntar a cebola e o alho picados, o gengibre e as malaguetas cortadas em rodelas. Deixar alourar. Acrescentar o tomate picado, o sal, o garam masala e a curcuma (açafrão-da-índia). Cozinhar um pouco e, por fim, acrescentar a água e as ervilhas. Depois de as ervilhas estarem cozidas, junta-se o panir cortado em cubinhos. Servir acompanhado com arroz basmati.




Marmelos cozidos com especiarias


600 g marmelos
Sumo de 1 limão
7 colheres de sopa de açúcar amarelo
1 estrela de anis
1 cravinho
1 pau de canela
4 sementes de cardamomo
1 ½ chávena água
1 dl vinho do Porto

Arranjar os marmelos e cortá-los em fatias grossas, regando com sumo de limão para que não escureçam. Cozê-los na panela de pressão juntamente com as especiarias, a água, o vinho do Porto e 5 colheres de sopa de açúcar. O tempo de cozedura dependerá do grau de maturação dos marmelos... e não se esqueçam de que os 5 minutos são contados a partir do momento em que a panela apita.

Coar o molho da cozedura dos marmelos e levar ao lume com mais 2 colheres de sopa de açúcar, deixar reduzir um pouco. Servir os marmelos com o molho.

Vamos às compras: as especiarias comprei-as no supermercado indiano do centro comercial Martim Moniz, onde são vendidas a preços acessíveis, mas também se encontram à venda no Continente. No Centro Comercial da Portela existe também um supermercado indiano.

Não contabilizei as especiarias, mas são usadas em quantidades que não encarecem substancialmente a receita. De qualquer forma, a margem que deixo é mais do que suficiente, ficámos a € 1,40 do plafond.



Dica de poupança: evitem comprar as especiarias menos comuns (refiro-me ao anis estrelado, sementes de cominhos e cardamomo) em lojas gourmets, pois os preços são um verdadeiro exagero (estão sobretudo a pagar a embalagem).

29/10/09

4 por 6 – Sopa de abóbora e tomate com tortelinni + Crumble de pêra e sultanas com aveia

Embora com um dia de atraso, eis a minha sugestão quinzenal do 4 por 6. Uma refeição com sabor a Outono, protagonizada por uma sopa bem aconchegante e cheia de substancia, conferida pela utilização dos tortellini, e rematada com um delicioso crumble de pêra e aveia, que decidi resgatar do arquivo aqui do blogue.





Ingredientes:




1 pacote (250 g) de tortellini frescos
(usei de ricotta e espinafres)
450 g de abóbora
500 g de tomate
1 cebola
3 dentes de alho
1 caldo de legumes
Água q.b
(cerca de 1,25 dl – mas não a junte toda de uma vez)
Azeite
Sal e pimenta q.b.



Escaldar os tomates e retirar-lhes a pele e as grainhas. Cortar a cebola em finas meias-luas e cozinhá-la no azeite. Juntar o alho picado e, quando dourar, juntar os tomates. Deixar cozinhar um pouco. Adicionar a abóbora cortada em cubos e a água. Cozer. Esperar que arrefece ligeiramente para depois triturar com a varinha mágica. Se houver necessidade, junte um pouco mais de água. Verificar os temperos. Levar novamente ao lume e quando levantar fervura, juntar os tortellini, que demoram sensivelmente 3 minutos a cozer. Servir de imediato.



Para a sobremesa, que tal este delicioso crumble?





Vamos às compras e às contas: os preços de referência desta refeição são os do Continente. Os tortellini são do Pingo Doce, por uma questão de gosto, pois custam exactamente o mesmo.






Dica de poupança: em plena época de abóbora, encontramo-la a um preço bastante inferior ao da receita de há 2 semanas. As peras foram um excelente investimento a apenas
€ 0,35/kg (embalagem familiar de 2 kg - pêra rocha portuguesa). Conclusão: vale a pena consumir os produtos da estação!

25/09/09

Tarte de morangos & iogurte (o fino da bossa) da Fer


Na segunda-feira, vi esta receita no Chucrute com Salsicha e fiquei tão entusiasmada com as palavras da Fer que não aguentei enquanto não experimentei. É raríssimo fazer doces durante a semana laboral – quando faço é ao fim-de-semana – mas perante a promessa de rapidez não hesitei. Além disso, sou fã de tartes, sobretudo frescas. Como diz a Fer, esta sobremesa é “o fino da bossa” (Fer, mas o que é que você faz que não seja o fino da bossa?)! A minha foto não faz justiça à tarte, pois foi tirada à noite... mas a da Fer está linda.


Massa:

200 g de bolachas digestivas
4 colheres de sopa de manteiga



Recheio:

1 pacote de gelatina em pó sem sabor (6 g)
2 chávenas de iogurte grego ou iogurte gordo drenado
(deixei a escorrer de um dia para o outro
5 iogurtes naturais sem açúcar,
para lhes retirar o soro )
1 chávena de natas frescas (250 ml)
½ chávena de açúcar
1 colher de chá de extracto de baunilha
2 chávenas de morangos
(arranjados e cortados em cubinhos)


Triturar as bolachas e misturar com 4 colheres de sopa de manteiga derretida (quando acho que a massa está ainda muito desagregada, deito mais um pouco de manteiga ou uns pinguinhos de água). Forrar uma forma de tarte com esta massa.

Numa caçarola pequena, colocar 4 colheres de sopa de água e a gelatina em pó. Deixar repousar 5 minutos e depois aquecer em lume brando, mexendo sempre até que a gelatina se dissolva. Numa tigela pequena, misturar a gelatina e ¼ das natas (ou 50 ml, se usar outra unidade de medida). Noutra tigela, misturar o iogurte, o açúcar e a baunilha. Junte a mistura de iogurte à de gelatina. Misturar bem e levar ao frigorífico 5 minutos.

Entretanto, bater as natas até formarem picos. Envolva este chantilly com a mistura de iogurte e adicione uma parte dos morangos picados, reservando alguns para enfeitar a tarte. Verter o recheio na tarteira, decorar com morangos e levar ao frigorífico 30 minutos.

18/09/09

4 por 6 na Ucrânia: Borscht e Ameixas recheadas à moda da Lyudmyla


No passado fim-de-semana, no âmbito da iniciativa TODOS, cujo objectivo foi promover um encontro de culturas no Martim Moniz, tive o prazer de participar em 2 aulas de culinária. No sábado, tivemos uma divertidíssima aula indiana, com direito a danças ao estilo Bollywood. Já no Domingo, a Lyudmyla e o marido deram-nos a conhecer alguns pratos típicos do seu país, a Ucrânia.


Decidi replicar aqui duas das receitas que aprendi com a simpática (e paciente) Lyudmyla, pois enquadravam-se perfeitamente no espírito do 4 por 6: uma sopa-refeição (coisa que adoro!) e uma sobremesa deliciosa (para comer com muita moderação ;-)).


As quantidades são adaptadas ao meu gosto e às exigências de uma refeição económica. Sempre que fujo à receita original da Lyudmyla assinalo-o.
l

Borscht
k




Ingredientes:
h


400 g de entrecosto
Água q.b.
350 g couve lombarda ou coração
200 g beterraba
(pode usar beterraba já cozida, eu optei por crua, por ser mais barato)
225 g batata
2 tomates pelados (ou polpa de tomate, no original)
100 g feijão cozido
1 cebola (180 g)
Azeite q.b. (no original, óleo de girassol)
Sal e pimenta
1 folha de louro
2 dentes de alho
Sumo limão q.b.
Salsa q.b.
Iogurte para enfeitar (natas, no original)


Cozer o entrecosto em água sem sal (usei a panela de pressão e foram cerca de 10 minutos, após disparar o apito). Enquanto a panela de pressão está ao lume, preparar os vegetais: ralar a beterraba e a couve (ou cortá-la finamente); cortar a batata aos cubos e picar a cebola grosseiramente. Deitar a couve a a batata na panela (a partir daqui, uso a panela de pressão como se de uma panela normal se tratasse). Acrescentar água quente, caso seja necessário, e sal. Manter ao lume. Entretanto, refogar a cebola em azeite. Juntar a beterraba ralada, deixando cozinhar um pouco até adicionar o tomate (ou a polpa). Deixar apurar. Juntar esta mistura à sopa. Depois, misturar o feijão. Temperar com pimenta preta, alho laminado e uma folha de louro. Quando levantar fervura, apagar o lume. Adicionar um pouco de sumo de limão. Servir polvilhada com salsa e com uma colher de iogurte.




Ameixas recheadas à moda da Lyudmyla




 Antes de provar, torci um pouco o nariz a esta sobremesa, pois pensei que a combinação não ia resultar. A maioria das pessoas tem a mesma reacção, mas quando prova... fica completamente rendida (eu também fiquei!).




Ingredientes:

20 ameixas secas (cerca de 125 g)
2,5 dl de vinho do Porto
(na Ucrânia usa-se vinho tinto e sumo de ginja)
1 colher de sopa de mel
Nozes (meia noz por ameixa)
Leite condensado q.b.


Num tacho, deitar o vinho, o mel e as ameixas. Levar ao lume até levantar fervura. Coar as ameixas (não deitar o líquido fora, pois pode servir para aromatizar um sumo ou para uma sobremesa). Quando as ameixas estiverem frias, rechear cada uma com meia noz. Servir com um pouco de leite condensado por cima.
j


Vamos às compras e às contas: uma vez mais os preços de referência são do Continente, com excepção das ameixas. Estas últimas foram compradas no supermercado Lidl, pois vendem-nas mais baratas, e sem caroço.


Quanto ao feijão, prefiro comprá-lo seco e cozê-lo na panela de pressão: é mais saboroso e mais barato. Normalmente, conservo-o no congelador em pequenas doses, que depois vou utilizando à medida das minhas necessidades.


j


Dica de poupança: a panela de pressão é uma excelente aliada de quem não tem tempo nem dinheiro para desperdiçar: torna a cozedura 3 vezes mais rápida, poupando-se assim energia. Além disso, conserva o sabor e os nutrientes dos alimentos.


Se a usarmos de acordo com as normas de segurança, correrá tudo bem... e olhem que é uma desastrada a falar! E as regras são: não usar demasiada água (encher apenas 2/3 do volume) e só retirar a tampa depois de todo o vapor se ter libertado.

16/09/09

Panna cotta de baunilha com coulis de morango

Hoje, era o meu dia do 4 por 6, mas atrasei-me um pouco na preparação da ementa, já que os pratos que vou sugerir aprendi-os recentemente e era necessário testar quantidades (felizmente a Laranjinha safou-me, antecipando a sua participação). Assim, apresento-vos a sobremesa do tal jantar de amigas de que vos falei na semana passada: uma panna cotta com coulis de morango, receita da querida Elvira. Ultimamente ando completamente rendida a esta sobremesa de sabor suave, mas notável, e de simples e rápida confecção (se não contarmos com as horas de refrigeração, claro!).


Ingredientes
(4 ou 5 pessoas):
600 ml de natas líquidas
50 g de açúcar
1 pacote de gelatina em pó (6 g)
1 vagem de baunilha
2 colheres de sopa de água para dissolver a gelatina
g
Coulis de morangos:
350 g de morangos maduros lavados e arranjados
150 g de açúcar
(200 g de açúcar em pó na receita original)
sumo de 1/2 limão
 
Colocar as natas e o açúcar numa caçarola ou tacho pequeno. Abrir a vagem de baunilha, no sentido longitudinal, com a ponta de uma faca. Raspar as grainhas da baunilha e adicioná-las às natas, juntando também a vagem. Aquecer em lume brando, mexendo sempre. Assim que levantar fervura, retirar o tacho do lume e deixar repousar 10-15 minutos. Retirar a vagem de baunilha. Entretanto, misturar a água à gelatina e deixar repousar 2 ou 3 minutos (são estas as instruções que vêm na embalagem).
d
Juntar a gelatina à panna cotta, levar um pouco ao lume (brando) até dissolver a gelatina. Deitar a panna cotta em formas, ramequins, ou até mesmo chávenas de chá. Refrigerar de 4 a 6 horas antes de desenformar. Desenformar a panna cotta (mergulhar as formas em água quente e depois ajudar com a faca).
s
A Elvira fez o coulis de um modo mais simples e rápido, não o levando ao lume. Mas eu fiz mais tipo compota para que se pudesse conservar mais tempo (além disso não tinha açúcar em pó e queria que o açúcar ficasse bem dissolvido). Triturar os morangos com o sumo de limão e o açúcar. Levar ao lume e deixar fervilhar durante 15 minutos. Reservar (só servir quando estiver à temperatura ambiente).
s