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18/06/10

Uma sobremesa para comemorar o 3.º ano

Foi há três anos que abracei este projecto, sem fazer a mais pálida ideia do que me poderia trazer. O que começou por ser um caderno de receitas para partilhar com amigos acabou por se tornar palco de experiências, de troca de saberes, de evolução pessoal, de encontros, de amizades, de inúmeras peripécias... E pasmem: até há pessoas que não conheço que aqui vêm com regularidade ler as minhas receitas... e que gostam! Agradeço o incentivo de tod@s que por aqui passam e asseguro-vos: este projecto é para continuar!



Ora tomem lá uma sobremesa para comemorar! E não se esqueçam de participar no desafio de aniversário do Three Fat Ladies!



Tarte de iogurte e limão com gengibre
(adaptada da receita da Fer que já publiquei aqui)


Massa:
200 g de bolacha Maria
80 g de manteiga
Gotas de sumo de limão


Recheio:
1 pacote de gelatina em pó sem sabor (6 g)
5 iogurtes naturais gordos sem açúcar
(que devem ser drenados de um dia para outro para retirar o soro)
250 ml de natas frescas
½ chávena de açúcar
1 ½ colher de chá gengibre em pó (esta quantidade depende do gosto de cada um)
Sumo e raspa de um limão


Triturar as bolachas e misturar com a manteiga derretida (deite umas gotas de sumo de limão para ajudar a agregar a massa e dar sabor). Forrar uma forma de tarte com esta massa. Misturar a gelatina em 2 colheres de sopa de água, levando ao microondas uns segundos para que derreta. Combinar a gelatina com 2 colheres de sopa de sumo de limão. Numa tigela, misturar o iogurte, o açúcar e a raspa de limão. Depois, juntar as natas batidas e, por fim, a gelatina. Misturar bem e levar ao frigorífico. Verter o recheio na tarteira, decorar com raspa de limão e levar ao frigorífico pelo menos 1 hora antes de servir.

25/09/09

Tarte de morangos & iogurte (o fino da bossa) da Fer


Na segunda-feira, vi esta receita no Chucrute com Salsicha e fiquei tão entusiasmada com as palavras da Fer que não aguentei enquanto não experimentei. É raríssimo fazer doces durante a semana laboral – quando faço é ao fim-de-semana – mas perante a promessa de rapidez não hesitei. Além disso, sou fã de tartes, sobretudo frescas. Como diz a Fer, esta sobremesa é “o fino da bossa” (Fer, mas o que é que você faz que não seja o fino da bossa?)! A minha foto não faz justiça à tarte, pois foi tirada à noite... mas a da Fer está linda.


Massa:

200 g de bolachas digestivas
4 colheres de sopa de manteiga



Recheio:

1 pacote de gelatina em pó sem sabor (6 g)
2 chávenas de iogurte grego ou iogurte gordo drenado
(deixei a escorrer de um dia para o outro
5 iogurtes naturais sem açúcar,
para lhes retirar o soro )
1 chávena de natas frescas (250 ml)
½ chávena de açúcar
1 colher de chá de extracto de baunilha
2 chávenas de morangos
(arranjados e cortados em cubinhos)


Triturar as bolachas e misturar com 4 colheres de sopa de manteiga derretida (quando acho que a massa está ainda muito desagregada, deito mais um pouco de manteiga ou uns pinguinhos de água). Forrar uma forma de tarte com esta massa.

Numa caçarola pequena, colocar 4 colheres de sopa de água e a gelatina em pó. Deixar repousar 5 minutos e depois aquecer em lume brando, mexendo sempre até que a gelatina se dissolva. Numa tigela pequena, misturar a gelatina e ¼ das natas (ou 50 ml, se usar outra unidade de medida). Noutra tigela, misturar o iogurte, o açúcar e a baunilha. Junte a mistura de iogurte à de gelatina. Misturar bem e levar ao frigorífico 5 minutos.

Entretanto, bater as natas até formarem picos. Envolva este chantilly com a mistura de iogurte e adicione uma parte dos morangos picados, reservando alguns para enfeitar a tarte. Verter o recheio na tarteira, decorar com morangos e levar ao frigorífico 30 minutos.

04/09/09

Copinho de iogurte com bolacha e geleia de maracujá ou ideias para uma sobremesa


Mais do que uma receita, com este post pretendo dar ideias para uma sobremesa simples, rápida e saborosa. Fi-la num dia em que tinha uns amigos para jantar, mas muito pouco tempo para prepará-lo.

Os ingredientes - cujas quantidades dependem do número de convidados e do gosto d@ cozinheir@ - são os que tiverem à mão. Normalmente, uso uma base de bolacha (shortcake, digestivas ou de chocolate) à qual, por vezes, junto frutos secos. No meio, deito iogurte (natural, cremoso ou de baunilha) – há quem use natas, mascarpone, queijo Philadelfia, mas são opções mais calóricas e menos económicas. Finalizo geralmente com fruta fresca, coulis de fruta, compota ou mel... Mas os copinhos podem-se encher de outras formas: com a fruta no fundo e a bolacha por cima, ou fazer várias camadas, intercalando os diversos alimentos.

Lembrei-me agora: este tipo de sobremesa parece que faz sucesso junto das crianças, disse-me a minha colega SF. Também deve ser uma boa ideia pedir a participação dos miúdos para compô-la, não é verdade?

Ingredientes:

Iogurte de baunilha
Bolachas shortcake
Amêndoa torrada
Geleia de maracujá

Na picadora, moí as bolachas com a amêndoa torrada. Dispus esta mistura no fundo do copo, por cima, verti o iogurte. Finalizei com uma geleia feita de polpa de maracujá e açúcar gelificante (400 g de polpa para 100 g de açúcar). Este tipo de açúcar é ideal para usar em compotas ou geleias, sobretudo quando se usam frutas com pouca pectina. Mas não é um ingrediente essencial. No caso concreto desta receita, achei indicado usá-lo, dado que a polpa de maracujá é bastante líquida e o açúcar gelificante ajudou a espessar; por outro lado, permitiu-me reduzir substancialmente a quantidade de açúcar.
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Vejam neste post do 4 por 6 outra sugestão similar: trifle de iogurte e frutos silvestres.

02/09/09

4 por 6: sopa fria de maçã e caril + almofadinhas de lombarda com seitan


Para a reentrée do 4 por 6, escolhi um menu com um toque exótico: uma sopa estival com aroma de caril e um prato principal temperado com cominhos e hortelã. Já sei que alguns de vós torcem o nariz à comida vegetariana, mas experimentem. Não se esqueçam de que uma das boas regras da alimentação é a variedade (que estamos a ver que até é possível com um baixo orçamento...). Além disso, já todos sabemos que só nos faz bem reduzir o consumo de proteína animal.
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Sopa fria de maçã com caril




A receita original recomenda o uso da variedade de maçã que habitualmente usamos nas tartes. Optei pela reineta por ser das minhas favoritas (e estar em promoção). Se usarem uma variedade mais doce, dispensem a pitada de açúcar e usem sumo de 1 limão, em vez de meio.
Ingredientes:

600 g maçã
6 dl de caldo de legumes
(ou água com meio cubo de caldo biológico)
2 colheres de sopa de manteiga
1 cebola pequena
Sumo de meio limão
1 colher de chá de caril (usei madras e... mais do que 1 colher ;-))
Sal e pimenta q.b.
1 pitada de açúcar
(para atenuar a acidez da maçã, caso usem reineta)
1 iogurte natural (facultativo)

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Saltear a cebola em manteiga. Juntar a maçã, descascada e cortada em fatias, e o caril. Quando a maçã começar a amolecer, adicionar a água. Deixar cozinhar cerca de 30 minutos. Temperar com sal e pimenta, e colocar uma pitada de açúcar, se achar necessário. Deixar a sopa arrefecer uns 30 minutos. Adicionar o sumo de limão. Triturar a sopa na varinha mágica (mixer). Servir fria ou à temperatura ambiente. Se desejar, enfeitar com uma colherzinha de iogurte espesso (iogurte normal, deixado a escorrer de um dia para o outro, ou durante pelo menos 4 horas).
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Almofadinhas de couve-lombarda com seitan




Ingredientes:

300 g seitan
75 g pimento vermelho
1 cebola
2 dentes de alho
Couve-lombarda
(usei 6 folhas grandes – cerca de 300 g)
1 lata de polpa de tomate (400 g)
1 dl de vinho branco
Azeite (3 colheres de sopa)
Cominhos, sal e pimenta q.b.
Hortelã



No robô de cozinha, moer o seitan com o pimento, a cebola e os dentes de alho para o recheio. Numa frigideira com azeite, passar o recheio e temperar com os cominhos, sal e pimenta. Deixar cozinhar um pouco. Reservar. Escaldar as folhas de couve-lombarda e recheá-las (convém deixar esfriar o recheio e as folhas de couve), usando palitos para fechar a almofadinha. Num tacho, juntar azeite, o tomate pelado e o vinho, por cima dispor as almofadinhas e a hortelã. Salpicar com um pouco de sal. Deixar cozinhar até que a couve fique tenra e o molho apure. Ir juntando água para que o molho não seque. Servir com arroz branco.

Vamos às contas e às compras: para começar, a advertência de sempre: os valores da fruta e dos legumes são do Continente, mas se comprar na mercearia do seu bairro o mais provável é encontrar mais barato (exemplo: a cebola, classificada pelo hipermercado como “económica”, custa € 0,85/kg, na mercearia ficou-me por € 0,35/kg). Em segundo lugar, não compre o seitan no Continente, sai bastante mais caro do que adquiri-lo numa loja de produtos dietéticos e macrobióticos.





Dica de poupança: se uma receita pedir iogurte grego, não deixe de a fazer por considerá-lo caro. Substitua o iogurte grego por um corriqueiro iogurte natural sem açúcar de marca branca. Depois, deixe-o escorrer durante uma noite para que ele perca o soro e fique espesso.

27/08/09

Para (re)começar de mansinho: dip de beterraba e grão


Tenho a cabeça a fervilhar: imagino as receitas que quero experimentar, elaboro listas (mentais) de compras, recapitulo os ingredientes a utilizar, vêm-me à ideia imagens de pratos deliciosos… já sei o que vou fazer hoje! – penso. Mas essa energia está com alguma dificuldade em passar para o meu corpo teimoso, preguiçoso, afectado por uma moleza estival com cheiro a praia que não me larga. Mas esta semana tinha de ser… fiz uma promessa a uma amiga. Acabaram-se as férias. Este blogue parado há quase 2 meses está mesmo a pedir animação!
(re)Comecemos, então, de mansinho, com uma pasta rápida e simples.


Ingredientes:

1 iogurte natural
1 beterraba cozida ou assada (cerca de 100 g)
100 g de grão cozido
2 dentes de alho
Umas gotas de sumo de limão

Deixar o iogurte a escorrer num coador, pelo menos umas 4 horas, para que perca o soro e fique espesso. Se preferir pode usar iogurte grego, mas esta opção é mais económica. Partir a beterraba aos pedaços, juntar o grão, o alho e umas gotas de sumo de limão. Tempere a gosto. Triture com a varinha mágica até ficar uma pasta homogénea. Use esta pasta para barrar no pão, para “molhar” umas tiras de milho, uns gressinos.

18/03/09

4 por 6 - crumble de quinoa e trifle de frutos silvestres

Como a Mariana disse na apresentação deste projecto a doze mãos, cozinhar com um orçamento reduzido e, ainda assim, oferecer alternativas criativas e equilibradas não é tarefa fácil, mas é possível. Este é o objectivo principal do “4 por 6”. No entanto, cada uma das participantes terá maneiras diversas de o colocar em prática. A minha ideia é propor refeições ricas em legumes, vegetais e cereais, relegando a carne e o peixe para segundo plano. Creio que é uma boa “metodologia” para conseguir refeições mais económicas e equilibradas. Vamos ver como é que me safo...

Fica aqui a minha primeira proposta, desta feita vegetariana. Espero que gostem desta refeição com direito a sobremesa e tudo! Sendo o prato principal ligeiro, podemos cometer um pecadilho, não acham?

Crumble de quinoa e vegetais



Ingredientes:

1 chávena de quinoa (180 g)
2 chávenas de água para cozer a quinoa
1 alho francês/porro médio, cortado às rodelas finas (300 g)
2 cenouras médias raladas (270 g)
300 g de cogumelos laminados
2 dentes de alho esmagados
Azeite q.b.
Vinho branco q.b.
Sal
Pimenta
Hortelã fresca picada (ou outra erva a gosto)



Lavar muito bem a quinoa. Cozê-la cerca de 15 minutos em água temperada com sal. Entretanto, estufar os legumes em alho e azeite, juntando um pouco de vinho branco, sal, pimenta e hortelã picada (ou outra erva a gosto). Espalhar a mistura de legumes no fundo de um recipiente de ir ao forno. Depois de cozida, deixar a quinoa arrefecer um pouco e só depois espalhá-la por cima dos vegetais. Polvilhar com parmesão ralado. Levar ao forno, pré-aquecido a 200 graus, até dourar. Fiz 15 minutos no forno normal e 5 minutos na função grill para dourar mais rápido.




Trifle de iogurte e frutos silvestres



Ingredientes:

8 bolachas shortcake
5 dl de iogurte cremoso (equivale a 1 iogurte por pessoa)
Doce de frutos silvestres q.b.
Sumo de limão q.b.
Água q.b.


Misturar o doce com água quente e uns pingos de sumo de limão para que fique com uma consistência mais líquida (ajuda se o levar uns minutos ao lume ou ao microondas). Deixar arrefecer. No fundo de um copo, colocar as bolachas esfareladas, a seguir o iogurte e, para finalizar, o doce. Guardar no frigorífico até à hora de servir.


Vamos às compras: As bolachas shortcake, os iogurtes cremosos (embalagens com cerca de 300 ml) e o parmesão ralado foram comprados no Lidl.

Os valores dos vegetais foram retirados do sítio do Continente. Mas digo-vos já que, habitualmente, sai mais em conta comprá-los nas mercearias e frutarias (excepção feita à promoções dos supermercados e hipermercados, a que devem estar sempre atentos se quiserem economizar).

Não comprem a quinoa no Continente, pois custa praticamente o dobro do preço do que nas lojas macrobióticas e dietéticas. Deixo-vos aqui algumas opções: Celeiro, Terra Pura, lojas de comércio justo (coresdomundo.org).

Para que não fiquem a pensar que tenho alguma coisa contra o Belmiro, o vinho branco (marca JP) foi comprado no Continente.

Dica de poupança: a fidelidade a um supermercado/hipermercado será boa para o bolso de alguém, mas não é para o nosso certamente... convençam-se!

A palavra-chave é diversificar. Uma das técnicas de marketing baseia-se no princípio de que o consumidor comum só decora o preço de meia dúzia de produtos. O valor desses produtos é criteriosamente decidido para nos fazer crer que “aquele” é o supermercado/hipermercado mais barato... e então o preço dos restantes produtos (a maioria)? Alguém se lembra? Não é preciso decorar os preços, nem fazer excursões de fim-de-semana a todos os supermercados da região, mas é sempre bom ter estas técnicas em mente para estar atento cada vez que se vai às compras.

Outra coisa: quando vão ao supermercado, não desprezem os produtos que aparecem nas prateleiras mais difíceis de alcançar, normalmente é aí que são posicionados os mais baratos.

30/06/08

Queques de iogurte e amora

Como gosto de sobremesas ligeiramente ácidas, a conjugação do iogurte com os frutos silvestres, agrada-me bastante. A primeira vez que fiz esta receita, usei iogurte grego e a coisa não correu lá muito bem: os queques ficaram demasiado densos, comiam-se bem no primeiro dia, mas no seguinte estavam maçudos. Desta feita, com iogurte normal, a experiência resultou: os bolos ficaram fofinhos, húmidos e comeram-se muito bem no dia a seguir à feitura.

Ingredientes:

200 g de farinha
100 g de açúcar fino
2 colheres de chá de fermento
125 g de iogurte natural açucarado (usei gordo)
2 colheres de sopa de leite
Raspa de 1 laranja
50 g de manteiga (derretida)
1 ovo
125 g de amoras

Numa tigela, misturar primeiro os ingredientes secos, depois adicionar a raspa de laranja, a manteiga, o ovo batido, o iogurte e o leite. Por fim, juntar as amoras. Colocar em formas (de preferência de silicone... para não terem que untar!). Levar ao forno pré-aquecido a 200 graus. Rendimento: 8 queques.

24/03/08

Tarte de cebola, iogurte e sementes de papoila

Sementes de papoila e iogurte foram os 2 ingredientes “mágicos” que me levaram a confeccionar esta tarte. A receita original é do livro Cozinha Vegetariana da Colecção Guias Verbo de Culinária.

Ingredientes:

Massa
1 chávena de farinha (sem fermento)
1 ¼ colher de chá de fermento
½ colher de chá de sal
3 colheres de sopa de manteiga fria (40 g)
6 colheres de sopa de leite

Recheio
2 cebolas médias
2 colheres de azeite
Salsa picada ou tomilho (a gosto)
2 iogurtes naturais (250 ml)
2 ovos
2 colheres de chá de sementes de papoila
Noz-moscada
Sal e pimenta preta


Cortar a cebola em rodelas finas. Em lume brando, cozinhar a cebola em azeite, até ficar macia e translúcida (entre 10 a 12 m). Juntar salsa picada a gosto e temperar com sal e pimenta. Retirar do calor e deixar arrefecer. A melhor maneira de preparar esta massa é usando o robot de cozinha (caso tenha acessório para amassar): deita-se a farinha, o fermento e o sal, junta-se a manteiga, cortada aos pedaços. Mistura-se até ficar uma espécie de areia. Junta-se o leite e mistura-se de novo, até ficar uma bola. Preparação sem máquina: peneirar a farinha, o fermento e o sal. Juntar a manteiga cortada aos pedaços, trabalhando com a ajuda de 2 facas (eu não tenho jeito nenhum para massas, jamais seria capaz de fazer isto!) até ficar uma espécie de areia...depois juntar o leite, misturando com uma colher de pau.

Colocar a massa numa superfície enfarinhada e esticar com o rolo da massa (esta massa é muito fácil de manipular, pode-se até esticá-la já na tarteira, pressionando-a ligeiramente com as mãos). Untar uma tarteira (com 20 a 22 cm de diâmetro) e forrar com a massa. Cobrir com a cebola. Bater os iogurtes com os ovos e temperar com noz-moscada, vertendo esta mistura por cima da cebola. Polvilhar com sementes de papoila. Vai ao forno pré-aquecido a 210 graus entre 25 a 30 minutos.

Nota: não é preciso levarem a massa ao forno, antes de a rechearem...estava com receio de que ficasse mal cozida, mas ficou óptima.


28/11/07

Bolo de laranja com sementes de papoila

O segredo deste bolo é bater bem todos os ingredientes, de preferência sem usar máquina. Mas vejam pelo lado positivo, quanto mais calorias gastarem a bater a massa, mais fatias podem comer!

Ingredientes:

4 colheres de sopa de sementes de papoila
3 colheres de sopa de sumo de laranja
125 g de iogurte natural
185 g de manteiga
(amolecida)
Raspa de uma laranja
220 g de açúcar
3 ovos
250 g de farinha com fermento
(caso contrário, adicionar 3 colheres de chá de fermento)

Misturar o sumo de laranja com as sementes de papoila e o iogurte. Reservar durante uma hora. Bater a manteiga com a raspa de laranja até ficar uma mistura cremosa e fofa. Juntar o açúcar gradualmente, batendo bem a cada adição. Adicionar os ovos, um a um, batendo bem a cada adição. Alternadamente, juntar a farinha (é aconselhável peneirá-la) e a mistura de sementes de papoila. Verter a massa numa forma untada e levar ao forno a 180 graus entre 35 a 45 minutos ou até o bolo estar cozido. Aguardar 5 minutos antes de desenformar.

23/09/07

Falafel com molho de iogurte


Já há muito que andava a cogitar fazer falafel, mas sempre com algum receio, pois não me saio lá muito bem com os fritos. Por exemplo, a minha experiência com pastéis de bacalhau é desastrosa e as pataniscas não são o meu forte, embora adore estes 2 acepipes. Mas com o desafio do blogue Colher de Tacho, ao coroar o grão-de-bico nesta quinzena, finalmente ganhei coragem e cá está a receita, que até me saiu bem... para primeira vez. Estas falafel fazem-se acompanhar de molho de iogurte e de arroz basmati, cozido com algumas sementes de cardamomo.
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Ingredientes para as falafel:

200 g de grão-de-bico seco
2 dentes de alho
1 cebola pequena ou ½ média
3 colheres de sopa de coentros frescos picados
2 colheres de chá de cominhos em pó
½ colher de chá de fermento em pó
1 colher de café de pimenta da Caiena (para que gosta de um travo picante)
Sal a gosto
1 colher de sopa de água (facultativo)
Farinha para ajudar a moldar as bolinhas
Óleo para fritar

Deixar o grão a demolhar de um dia para o outro (cerca de 12 horas). Escorrer e passar no robot de cozinha até ficar uma pasta. Juntar a cebola e o alho picados, os coentros, os cominhos, a pimenta e o fermento. Passar novamente no robot de cozinha para ficar tudo bem misturado. Se, depois de juntar todos os ingredientes, a pasta estiver algo seca, juntar a tal colher de sopa de água. Deixar repousar 30 minutos. Moldar as bolinhas e fritá-las em óleo cerca de 4 minutos ou até ficarem douradas. Podem comer-se quentes ou frias (eu prefiro a segunda hipótese). Esta receita rendeu 18 falafel (não sei se 6 a cada pessoa será um exagero, mas, lá em casa, foi o que cada um comeu).

Molho:

200 g pepino
2 iogurtes naturais
3 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de chá de sumo de limão
Sal a gosto

Lavar e cortar o pepino em dois, no sentido do comprimento. Retirar as sementes com ajuda de uma colher. Cortar cada metade em duas partes, longitudinalmente. Depois, cortar os quartos do pepino em pedacinhos, misturar o iogurte, o sumo de limão, os coentros e o sal. Convém fazer este molho cerca de uma hora antes de o consumir.



20/09/07

Moussaka vegetariana



Adoro comida vegetariana e esta versão da Moussaka é muito boa, sobretudo para quem aprecia feijão, mas dispensa a habitual convivência do mesmo com carne e enchidos, como é habitual na cozinha portuguesa. Esta receita dá para 4 pessoas.


Ingredientes:
400 g de feijão manteiga
350 g de beringela
150 g de cogumelos
1 lata de tomate pelado em pedaços
1 cebola pequena picada
1 dente de alho
125 ml vinho branco
1 colher de sobremesa de orégãos
Azeite q.b.
Sal q.b.


Cobertura:
1 iogurte natural
250 ml leite
2 ovos
1 colher de chá de colorau
2 colheres de sopa de pão ralado
2 colheres de sopa de parmesão ralado



Alourar, num pouco de azeite, a cebola e o alho picados. Juntar o tomate e o vinho, deixar cozinhar cerca de 30 minutos. Se acharem o molho demasiado ácido, juntar uma pitada de açúcar. Por fim, juntar os orégãos. Entretanto, cortar as beringelas em rodelas finas e grelhá-la com um pouco de sal. Lavar e laminar os cogumelos e passá-los por uma frigideira para lhes retirar a água. Num pirex, colocar os feijões, cobrir com o molho de tomate, depois dispor as beringelas e, por fim, os cogumelos. A cobertura faz-se com a ajuda da varinha mágica, misturando o leite, o iogurte, os ovos e o colorau. Verte-se no pirex e polvilha-se com uma mistura feita com o pão ralado e o queijo. Levar ao forno aproximadamente 30 minutos, ou até gratinar. Para não variar, acompanhei com salada de rúcula e arroz basmati.