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27/08/10

Caril de batata com espinafres (saag aloo)


Esta semana, a revista Time Out destaca 10 restaurantes vegetarianos de Lisboa. Existem mais, mas aqueles são apontados como os melhores. Ao aperceber-me da variedade que actualmente existe nesta cidade, lembrei-me dos anos em que a única opção realmente decente para ir comer fora com vegetarianos era levá-los a um restaurante indiano. Aí, as nossas escolhas habituais recaiam sobre o biryani de legumes (arroz basmati com legumes), o paneer saag (aqui está a opção com ervilhas, em vez de espinafres), malai kofta (um género de almôndegas, feitas com queijo paneer e vegetais), este saag aloo (caril de batatas e de espinafres).



Ingredientes:


350 espinafres (já arranjados)
350 g batatas
3 tomates pequenos
(frescos, previamente escaldados e sem pele, ou de lata)
1 cebola
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de sementes de coentros
1 colher de sopa de garam masala
1 colher de chá de curcuma

1 colher de chá de cominhos em pó
2 colheres de sopa de óleo
Sal q.b.


Descascar e cortar as batatas em cubinhos. Numa caçarola, em lume brando, aquecer o óleo com as sementes de coentros e de mostarda, deixando que elas libertem o aroma. Juntar a cebola picada e deixá-la ganhar cor, sem queimar. Adicionar as especiarias em pó (garam masala, curcuma e cominhos). Deixar tomar sabor (2 minutos bastam). Juntar os tomates e quando eles estiverem desfeitos, juntar os espinafres. Verificar se é necessário adicionar um pouco de água, mas atenção, este prato não fica a boiar em molho, nada disso... os espinafres são efectivamente o molho. Entretanto, dar uma fervura às batatas em água com sal (não é para ficarem totalmente cozidas). Quando os espinafres estiverem cozinhados, juntar as batatas e deixá-las ganhar sabor. Verificar o sal.



Servir acompanhado com arroz. Os não vegetarianos podem servir este prato como acompanhamento para grelhados (desde que temperados com simplicidade, para contrabalançar as especiarias do caril).

26/03/10

Empadas de batata-doce e especiarias


Nunca fui muito dotada para as massas, mas não resisto a umas empadinhas. A solução é comprar a massa feita, e preferencialmente cortada em rodelas para agilizar a tarefa... ui que preguiçosa que eu sou!





Ingredientes para 8 empadas:

150 g de batata-doce
1 cenoura pequena
Meio alho francês
1 colher de chá de cominhos em pó
1 colher de chá de coentros em pó
1 colher de chá de garam masala
Azeite
sal
Coentros frescos
1 embalagem de massa para empadas (160 g - 16 rodelas)
(La Cosinera, à venda no Corte Inglés por um preço bem simpático)
1 gema (para pincelar)




Cozer a batata-doce com a casca. Retirar a casca e cortar a batata em cubos. Em azeite, estufar o alho francês cortado em rodelas finas e a cenoura ralada. Juntar as especiarias e, depois, a batata-doce. Verificar se necessita de sal (raramente uso sal em comida com muitas especiarias). Juntar coentros picados a gosto. Deixar o recheio arrefecer. Forrar as forminhas com uma rodela de massa. Rechear. Por cima, colocar outra rodela de massa. Selar, enrolando as extremidades da massa. Pincelar com gema de ovo. Levar ao forno 15 minutos a 200 graus. Servir como petisco ou como refeição, acompanhando com salada.


22/03/10

Batatas picantes


Este é um acompanhamento que o L. inventou num dia em que lhe disse «não quero comer bife com batatas “só” cozidas. Como já deu para perceber lá em casa somos os dois adeptos do picante...trocadilhos à parte... adiante. Gostei tanto que me pareceu o acampanhamento perfeito para o frango com mel e soja. Nunca sou eu quem faz esta receita, mas garanto que é boa, versátil e que o cozinheiro me contou todos os segredos... só uma coisa este chef faz todas as suas receitas a olhómetro, por isso não coloco aqui quantidades exactas, adaptem ao vosso paladar.

Ingredientes:

Cebola
Batata cozida cortada aos cubos
Massa de malagueta
Vinho branco
Pimenta
Orégãos

Coze-se a batata, mas sem deixar desfazer. Numa frigideira, deita-se uma porção generosa de azeite e a cebola cortada às meias luas. Deixar refogar um pouco, juntar as batatas e salteá-las. Juntar um pouco de vinho branco, a massa de malagueta ou outro molho picante a gosto, uma pitada de pimenta. Convém deixar o lume alto para que o vinho evapore rapidamente e para que as batatas não fiquem espapaçadas. Deixar apurar. Servir polvilhado com orégãos.

23/02/10

Caril vermelho de camarão e de batata-doce (e duas declarações)



Este foi o prato adocicado e aromático que eu, a Carina, a Teresa e a Ana partilhamos num domingo de Inverno, num daqueles almoços que só terminam ao fim da tarde, cheio de risos, desabafos e promessas de amizade eterna. O incentivo delas (e os elogios ;-)) é uma das principais razões por que mantenho este blogue. Love you girls!

E porque este blogue só faz sentido pela partilha, seja com amigos ou com leitores conhecidos e anónimos, temos agora uma página no Facebook. Acredito que muitas vezes os que passam por aqui têm dúvidas e comentários que acabam por não deixar porque dá algum trabalho, muitos deles nem têm perfil no blogger. Assim, nessa outra “casa”, espero que possamos aumentar a proximidade e estreitar laços. Já agora aproveito para agradecer a tod@s que acompanham este blogue, apesar da irregularidade de publicações.

Ingredientes 6 pessoas:

800 g de camarão
600 g batata-doce
1 ½ sopa óleo
1 colher de sopa de gengibre fresco ralado
1 ½ sopa de pasta de caril vermelho*
2 dl de água
400 ml leite coco
2 raízes de erva-príncipe (lemongrass)*
5 folhas lima kaffir*
2 colheres sopa molho peixe*
1 colher de sopa de açúcar
Sumo de meio limão/lima
Coentros picados

No wok (ou numa caçarola), aquecer o óleo. Juntar o alho e o gengibre e deixar dourar. Juntar a pasta de caril vermelho e fritar até começar a libertar o aroma. Verter o leite de coco e a água. Adicionar as folhas de lima, as raízes de erva-príncipe (lemongrass), o molho de peixe e o açúcar. Cozer a batata-doce neste molho, previamente descascada e cortada em cubos. Quando a batata estiver quase pronta, está na hora de juntar os camarões – basta um minuto ou dois para que eles fiquem cozinhados. Finalizar com o sumo de lima/limão e coentros picados. Servir com arroz.

Os ingredientes assinalados com asterisco encontram-se à venda nos supermercados asiáticos. A erva-príncipe (lemongrass) vende-se também nesses locais, na zona dos congelados.



22/09/08

Bochechas de porco preto em vinho tinto e especiarias com puré de batata-doce

Nas minhas pesquisas, não encontrei muitas receitas de bochechas de porco preto, mas até foi bom, pois não me deixei condicionar por experiências alheias. Retive, no entanto, uma ideia: esta carne de porco alentejano (muitíssimo saborosa e tenra) conjuga-se bem com vinho tinto. Então, decidi estufá-la, num tacho de barro, com vinho tinto e juntar-lhe as especiarias que habitualmente a minha avó paterna usava na alcatra à moda da Terceira. Ficou uma maravilha, com entrada imediata para o meu Top Ten de receitas!

Já ouviram falar em fusão alentejo-açoreana? Eu também não, mas deve ser qualquer coisa assim:

Estufado:

600 g de bochechas de porco preto
(6 bochechas: 2 por pessoa)
1 cebola
2 ou 3 dentes de alho
Azeite q.b.
2,5 dl de caldo de legumes
2 dl de vinho tinto de boa qualidade
1 pau de canela
5 cravinhos (cravo-da-índia)
8 grãos de pimenta da Jamaica
¼ de colher de chá de cominhos
½ colher de chá de massa de malagueta (ou outro picante a gosto)
1 folha de louro
Sal

Puré:

750 g de batata doce
5 colheres de sopa de natas (usei espessas)
2 colheres de manteiga
Noz-moscada e sal q.b.

Limpar as bochechas do porco preto de peles e gorduras superficiais. Refogar ligeiramente a cebola cortada em meias luas finas e o alho esmagado. Juntar as bochechas e deixá-las cozinhar um pouco. Adicionar o vinho, o caldo e as especiarias. Deixar cozinhar em lume brando cerca de 1h30. Pode ser necessário juntar um pouco mais de caldo. Na hora de ir para a mesa, coem o molho e sirvam-no à parte.

De acompanhamento, decidi-me por puré de batata-doce, cujo adocicado casa na perfeição com o sabor forte deste estufado. Como só me lembrei do puré já muito perto da refeição, acabei por cozer a batata-doce (ao vapor), mas se o fizerem com tempo, experimentem assá-la no forno. Depois de cozida ou assada, é passar a batata pelo passe-vite ou usar o esmagador. Juntar a manteiga, as natas (ou leite) e mexer bem. Rectificar o sal e temperar com noz-moscada. Há quem junte gemas e claras batidas ao puré de batata, mas eu gosto dele assim.

09/03/08

Tartiflette

Finalmente, após várias semanas a pensar fazer esta receita consegui reunir todas as condições para a pôr em prática… Consegui a receita aqui, mas fiz algumas adaptações, dado a origem deste prato ser francesa e o ingrediente principal, o queijo “Reblochon”, que não consegui encontrar.

Ingredientes:
1,2 kg de batatas
200 g de bacon cortado em tiras
1 cebola média
200 dl de natas
150 g de queijo para gratinar (mistura de 4 quejos)
½ copo de leite
Sal e pimenta q.b.

Coloca-se as batatas a cozer sem casca e cortadas ao meio. Unta-se um Pirex para ir ao forno com margarina. Numa frigideira, corta-se a cebola fina e em “meia-lua” e junta-se um pouco de azeite para refogar. Quando a cebola estiver transparente junta-se o bacon e refoga mais um pouco.
Corta-se as batatas depois de cozidas às rodelas e no Pirex faz-se uma primeira camada de batatas, por cima uma camada de refogado de cebola e bacon e rega-se com metade das natas, repete-se o procedimento mais uma vez.
Por último, coloca-se o queijo para gratinar sobre o preparado e rega-se com ½ copo de leite para não secar.
Vai ao forno cerca de 20 minutos até o queijo ficar dourado.

25/11/07

Baked potato (2 variações)

Esta é uma forma original de comer batatas assadas, recheadas no forno… A fórmula é fácil e podemos fazer numa só refeição as batatas com diferentes recheios – desta vez fiz recheio de carne picada (foto da esquerda) e cogumelos (foto da direita). Existem várias receitas com estas batatas que são conhecidas por baked potato, batatas à americana, batatas recheadas…para esta receita baseei-me apenas nos ingredientes que tinha no frigorífico.

Ingredientes:
4 batatas para assar grandes
300 gr de cogumelos
300 gr de carne picada
1 cebola média
Queijo mozzarela ralado q.b.
250 ml de natas
2 colheres de sopa de queijo philadelphia
Salsa

Coloca-se cada batata num quadrado de folha de alumínio, faz-se um corte longitudinal e tempera-se com sal grosso. Embrulham-se as batatas nas folhas de alumínio que vão a forno quente, pelo menos 1 hora. Numa frigideira refoga-se ½ cebola com azeite e aloura-se a carne picada, temperada com sal e pimenta. Noutra frigideira refoga-se a outra metade da cebola com azeite para alourar os cogumelos. Junta-se num recipiente as natas (previamente batidas), o queijo mozzarella, o queijo philadelphia, a salsa e tempera-se com sal e pimenta. Depois de as batatas estarem cozidas, retira-se o miolo (deixando cerca de 1 cm de batata a toda a volta da casca), ao qual se junta, num recipiente, os cogumelos, e noutro, a carne picada. A este recheio adiciona-se o molho e mistura-se bem. Com este preparado recheiam-se as batatas que vão ao forno 10 minutos a gratinar.