10/09/07

Restaurante A Coudelaria

Como o mundo não se resume só aos nossos petiscos… (apesar de ser essa a intenção do nosso blogue…) vou inaugurar hoje um novo espaço em Three Fat Ladies… sugestões de restaurantes que experimentámos e queremos partilhar…

Pois o meu destaque hoje vai para A Coudelaria, restaurante que se situa perto do Porto Alto na Companhia das Lezírias. O ambiente é equestre e temos uma grande extensão de caminhos para exercício pós grandes refeições…
Durante a semana, há 1 prato de carne e 1 de peixe à escolha e, ao Sábado (que foi a minha situação), umas belas entradas com saladas, salgados, queijos… e 5 pratos quentes à escolha, dos quais destaco o Polvo à Lagareiro, Arroz de Pato e Bacalhau com Broa… Por € 16,25 por pessoa, em regime buffet, para além destes pratos e vinhos da região, há ainda uma mesa de doces com arroz doce, tigelada, farófias, mousse de chocolate, fruta da época, e muito mais…
Para terminar, um belo café com licor de ginja ou amêndoa à escolha…
O serviço é 5 estrelas e o dono, o sr. Carlos Samora é uma simpatia e sabe receber!

Sugiro uma passagem pelo site do restaurante que contém boas fotos dos pratos e uma visita ao restaurante para mais tarde comentarem no nosso blog...

Canneloni de carne, requeijão e espinafres



Este foi o meu jantar de hoje!!! Que tal??? Este é o resultado quando juntamos carne picada com requeijão e espinafres, uma receita simples e de rápida confecção.

Juntei a um refogado de azeite e cebola cerca de 400 gr de carne picada, 250 gr de requeijão e 200 gr de espinafres (os meus eram congelados, mas com os espinafres frescos o sabor ficará mais apurado).
Para tempero descobri uma pimenta com limão (marca O Moinho da Margão), gostei muito do sabor porque temos um trago de picante/ácido, experimentem…

Por fim, a parte mais chata… enchi os canneloni com o preparado, cobri com uma embalagem de 500 gr de molho Bechamel (desculpem… mas uma mulher que é moderna já não faz molho Bechamel, compra!) e queijo ralado.
Após 30 minutos… o resultado foi o que vêem!


Queijadinhas de Sintra (made in Alcochete)


Pois é… estava uma linda tarde de Domingo e deu-me uma grande vontade de fazer um doce (não sei se me deu vontade de fazer ou de comer um doce…), enfim lá fui eu para a cozinha fazer umas belas queijadas…
A receita é simples mas um pouco demorada porque dá para mais de 50 queijadas… acho que o esforço valeu bem a pena!!!

Para a massa
500 gr farinha
Água q.b.

Para o recheio
500 gr de queijo fresco sem sal
300 gr de açúcar
50 gr de farinha
5 gemas de ovos
20 gr de miolo de amêndoa moída
1 colher (sopa) coco ralado
1 colher (chá) rasa de canela

Vamos acrescentando água à farinha e amassando até termos uma massa consistente e moldável. Estendemos a massa até ficar muito fina e com um copo fazemos círculos com 6 a 7 cm de diâmetro, vamos forrando as forminhas com esta massa e aconchegando com os dedos sem furar (aconselho terem umas 50 formas de alumínio para irem alternando no formo, cerca de 25 formas de cada vez).
Numa tigela desfazemos o queijo com o passe-vite e vamos juntar o açúcar, a farinha, a amêndoa, o coco, a canela e por fim as gemas e mechemos bem.
Colocamos o recheio só até metade da massa das formas.
Vão ao forno a 170º durante cerca de 25 minutos.

Bom apetite!

Compota de figos


Tenho um anjinho da guarda que me apanha figos quase todos os dias durante o mês de Setembro – é ele também o responsável por esta linda foto da compota de figos, assim como por todas as outras fotos postadas por mim neste blog... é o maior admirador e incentivador dos meus “talentos” culinários. Enfim, deixemos a metafísica do amor e voltemos a coisas mais concretas, neste caso os figos. Pois é, tinha o frigorífico repleto deste maravilhoso fruto e para não correr o risco de se estragarem a solução foi esta compota.
ddd
Ingredientes:

1,800 kg figos (pesados após ter retirado os pedúnculos)
900 g de açúcar (amarelo ou branco, eu usei uma mistura dos 2)
2 paus de canela
Sumo de 1 limão
Água q.b.
xxxxxxx
Lavam-se os figos, retiram-se os pedúnculos e partem-se ao meio, sem descascar. Colocam-se os figos numa panela e deita-se água até cerca de metade. Atenção não deitar demasiada água, pois os figos vão destilar. Deixa-se levantar fervura e cozer por uns 5 minutos. Só agora se juntam o açúcar, a canela e o sumo de limão. Cozinhar até adquirir a consistência de compota (com estas quantidades, a compota esteve ao lume aproximadamente 1h30). Esta técnica, de dar uma fervura prévia a certas frutas antes de adicionar os outros ingredientes, na minha opinião evita que a compota fique com uma consistência demasiado caramelizada e doce, mantém a fruta mais intacta e conserva melhor o seu sabor. Claro que, com frutas/legumes com demasiada água - abóbora ou morangos, por exemplo – não faz muito sentido adoptá-la. A ideia de utilizar esta técnica, retirei de um livro da The Australian Women’s Weekly sobre conservas e compotas, no qual também aprendi a usar o limão em doces e compotas, pois funciona como gelificante.

11/08/07

Pimentos recheados com soja

Na passada quarta-feira comprei o livro Cozinhar com Vegetais da Maria de Lourdes Modesto, que já andava a namorar há mais de 1 ano, mas agora tive a sorte encontrá-lo com 40% de desconto na feira do livro do Continente. Eis a 1.º receita desta livro espectacular (quer em termos de conteúdo, quer em termos gráficos), para aproveitar os pimentos deliciosos que a Carla me ofereceu. Confesso desde já que não saiu completamente como eu desejaria. Os pimentos podiam ter ficado mais tenrinhos, mas até estiverem mais 15 minutos no forno do que a receita ditava (dizia 20 e eu deixei-os 35 m). Não sei se a temperatura do forno a 200 graus é pouco, mas a receita dizia forno médio… Enfim, para a próxima vou seguir o conselho do livro 12 Meses de Cozinha e, antes de rechear os pimentos, coloco-os numa tigela, cubro-os com água a ferver e deixo-os assim 5 minutos.

Ingredientes:
4 colheres de sopa de soja granulada
1 cebola média (a receita original diz 2)
6 colheres de sopa de azeite
3 tomates maduros (usei pelados)
Tomilho (usei hortelã)
4 colheres de sopa de arroz cozido (usei basmati)
50 g de sultanas ( a receita original diz 100 g de pinhões)
1 dl de vinho branco
Queijo ralado (usei de S. Jorge)
Sal e pimenta q.b.

Lavar os pimentos cortá-los longitudinalmente, retirar as sementes e a membrana branca. Temperar o interior com sal e pimenta. Saltear a soja num pouco de azeite (atenção: não é preciso demolhar!). Picar a cebola e passá-la por 3 colheres de sopa de azeite, deixar cozer um pouco e depois juntar os alhos espremidos, tomate e a erva aromática (fica ao vosso critério). Cozinhar até ao tomate deixar de saber a cru. Fora do lume, juntar a soja, as sultanas e o arroz. Temperar a gosto. Rechear os pimentos. Deitar 1 colher de azeite num tabuleiro e o vinho, dispor os pimentos, espalhar o queijo e regar com o restante azeite. Levar ao forno 20 minutos.

06/08/07

Cake de atum com orégãos e pimentos

Nas minhas incursões pelos fantásticos blogues de culinária, encontrei esta receita deliciosa. Para fazê-la fui “beber” a estas duas fontes (dois blogs que vale mesmo a pena visitar): Kafka na praia, onde foi postada a receita original, e quiche de macaxeira, com algumas variações. Para ficar uma receita 1 pouco mais light (de vez em quando dá-me para isto!), usei atum conservado em água, seguindo o conselho de quiche de macaxeira, e coloquei mais 50 g de atum para compensar a ausência do queijo (no original, levava 75 g de queijo).

Ingredientes:

300 g de atum de lata, conservado em água
220 g de farinha (sem fermento)
4 colheres de chá de fermento em pó
1 pimento vermelho
4 ovos
100 ml de vinho branco
100 ml de azeite
1 colher de sopa de orégãos
Sal e pimenta q.b.

Comecei por assar o pimento (sem sementes) no bico do fogão, dá trabalho mas vale a pena (o sabor não tem nada a ver com o de lata). Depois, passei-o por água fria, retirei a pele e cortei em tiras. Fica uma aqui uma sugestão: aproveitem e assem 2 ou 3 pimentos, com os que não usarem nesta receita, conservem-nos em azeite, para utilizar mais tarde noutra receita.

Pré-aquecer o forno à 210°C. Untar e forrar o fundo de uma forma de bolo inglês com papel vegetal, também ele untado. Numa tigela, misturar a farinha, o fermento, o sal e a pimenta. Adicionar os ovos, o vinho e o azeite. Bater bem (eu usei uma batedeira). Depois, juntar o atum, previamente desfeito com um garfo, e os orégãos. Mexer até ficar homogéneo. Colocar metade desta massa na forma, cobrir com o pimento, e verter por cima a restante massa. Vai ao forno 40 a 45 minutos, a 200 °C.

Uma receita que vem mesmo a calhar no Verão, servida fria com uma saladinha de rúcula, tomate e pepino e acompanhada por uma refrescante limonada com hortelã (fica aqui a minha sugestão de acompanhamento). O pimento vermelho assado é, a meu ver, a grande mais-valia desta receita, portanto, para a próxima pretendo usar mais do que um pimento.

02/08/07

Mousse de maracujá


Com os 40 graus do passado domingo – e com a ida de férias das outras 2 fat ladies – finalmente abri a minha época culinária estival. Fi-lo com esta mousse, uma receita fácil de confeccionar e ideal para os fãs incondicionais de maracujá...como eu!

Ingredientes:


2 pacotes de natas frescas
1 lata de leite condensado
1 lata de polpa de maracujá

3 folhas de gelatina incolor


Juntar metade da polpa de maracujá com o leite condensado. Ao lume, aquecer a restante quantidade de polpa, juntando as folhas de gelatina, cortadas em pedacinhos, para que derretam. Juntar as duas misturas e, posteriormente, adicionar as natas batidas.
Esta receita certamente poderá ser feita com outras frutas: manga (fresca e triturada ou polpa enlatada); morangos; papaia...

RECEITA FEITA POR PIPOKA